Rubro-Negro volta a ter volume alto, termina com 28 finalizações e amassa Boavista no Maracanã
Sim, eu sei. É só o Campeonato Carioca, e o nível técnico não é parâmetro. Por isso o verbo do título é "pode" e não "vai". Mas se os estaduais servem de laboratório para os treinadores encontrarem os melhores encaixes de suas equipes, os últimos jogos indicam que o Flamengo de Tite está no caminho certo.
O que os jogos contra Volta Redonda, Bangu e Boavista têm em comum? Nos três, o Flamengo teve grande volume ofensivo com número de finalizações de 20 para cima. Na noite de terça-feira, um time rubro-negro "ligado no 220" passeou no Maracanã, e o placar de 4 a 0 saiu muito barato no final das contas.
Foram 28 finalizações (segundo maior índice da Era Tite, só uma a menos que na estreia em 2024 contra o Audax), 11 grandes chances de gol e 60% de posse de bola. Com muita intensidade, o Flamengo mal deixava respirar o Boavista, que só chegou com perigo uma única vez, em chute de Matheus Lucas aos 39 do primeiro tempo.
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Já o Rubro-Negro começou amassando. Com menos de um minuto, Ayrton Lucas tirou tinta da trave. Aos seis e aos 12, Luiz Araújo e Pedro marcaram, respectivamente. Com 36 minutos, o camisa nove perdeu um gol feito de cabeça na pequena área (veja na imagem abaixo). E no minuto seguinte, Luiz Araújo carimbou a trave.
O ritmo foi mantido no segundo tempo. Com um minuto, Arrascaeta teve um chute interceptado em que poderia ter rolado para Luiz Araújo, em melhor condição (veja na imagem abaixo). Aos 13, Cebolinha chutou em cima do goleiro, e seis minutos depois Pedro perdeu um pênalti. Arrasca marcou dois gols aos 25 e aos 38, e nos acréscimo Cebolinha teve a chance na área e pegou mal.
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Fotos: Reprodução/Google
Neste temporada, contando só os jogos oficiais, a média de finalizações do Flamengo com Tite é de 20,4 por partida. Para ter noção, nas 12 rodadas que o técnico dirigiu a equipe no fim do Brasileirão do ano passado, só contra o América-MG o Rubro-Negro finalizou mais de 20 vezes.
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Com esse volume todo virando uma tendência, se conseguir calibrar o pé o Flamengo de Tite também pode começar a encantar até os mais céticos torcedores. Por exemplo: alguém acha que se o Pedro não perde o pênalti ele seria vaiado na substituição mesmo não estando em noite inspirada? Só que, claro, é preciso mostrar isso também em jogo grande.
Fonte: com informações do Portal G1
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