07 de Maio de 2026

NOTÍCIAS
Comportamento - 16/07/2024

Amor-próprio e bem-estar : olhe com carinho para si e se ame em primeiro lugar

Compartilhar:
Foto: Reprodução/Google

?Valorizar e respeitar a si, reconhecendo e aceitando suas virtudes e defeitos

O amor-próprio permite que as pessoas olhem para si mesmas e priorizem seu bem-estar, o que eleva sua autoestima. Quando um indivíduo exercita o amor-próprio, sua qualidade de vida aumenta significativamente. É exatamente sobre isso que a psicóloga Aline Silva explica a seguir. Acompanhe na matéria!

 

Aline explica que ter amor-próprio envolve “valorizar e respeitar a si, reconhecendo e aceitando suas virtudes e defeitos. É identificar as suas próprias necessidades e cuidar de si em todos os aspectos da vida, nutrindo um carinho por você mesma”.

 

Uma pessoa com amor-próprio prioriza suas necessidades sem ser egoísta, sabe dar limites e dizer não quando necessário, sem se sentir culpada por isso, principalmente quando algo vai contra suas vontades. “Ela prioriza o autocuidado, a autoaceitação e não se deixar afetar pelas opiniões negativas dos outros a respeito de si”, complementa a psicóloga. No entanto, é válido ressaltar que esse processo é construído ao longo do tempo.

 

Veja também 

 

Diga adeus aos conflitos: descubra 4 segredos para reconquistar a harmonia familiar

Terminar ou não terminar? Eis a questão

Por que é importante ter amor-próprio?

 

 

 

Ter amor-próprio ajuda em diversas áreas da vida. Quando você não se cuida, acaba transferindo essa necessidade para outras pessoas. Isso te deixará esgotada física, mental e emocionalmente. Segundo Aline, ao olhar com carinho para si mesma, você terá estas vantagens:

 

Autoconhecimento: você passa a se entender melhor, sabe o que gosta, o que não gosta e busca se aceitar como é, compreendendo qualidades e defeitos;

 

Lidar melhor com críticas: “amar-se também ajuda a lidar melhor com as críticas, com os próprios erros e com as demais adversidades que encontrar”;

 

 

 

Saber dar limites e dizer não: como você se conhece bem, está pronta para impor seus limites e tirar de seu convívio quem não os respeita. Além disso, sabe dizer não quando discorda de uma situação ou não deseja se envolver nela;

 

Responsabilidade por suas ações: basicamente, você assume seus problemas e os resolve, sem terceirizar a ação ou buscar por culpados;

 

Melhora da autoestima e autoconfiança: “diante das diversas situações com as quais se depara, a pessoa com amor-próprio possui maior resiliência emocional, bem como maior capacidade de estabelecer relacionamentos saudáveis e equilibrados”;A psicóloga também ressalta que “ter amor-próprio contribui para uma melhora da qualidade de vida, resultado de um autocuidado com a saúde emocional, mental e física”.

 

Como saber se tenho amor-próprio?

 

 

 

Você sabe identificar se tem amor-próprio? Muitas vezes, você até cuida de si mesma em alguma área da vida, como no físico, mas não percebe que está negligenciando outros aspectos. Veja abaixo as principais características de uma pessoa que não possui amor-próprio:

 

Aceitar relações tóxicas: “seja em um namoro ou em amizades, você recebe um tratamento desrespeitoso ou acaba ficando em um relacionamento abusivo e releva a questão”;
Não expressar sua opinião: “existe um medo muito grande de falar sua opinião, como se a considerasse sem valor em comparação à dos outros”;
Dar muito valor para opiniões alheias: a opinião das outras pessoas vem em primeiro lugar, existe uma busca constante por validação;
Não se sentir merecedora: sentir que “não fez mais que a obrigação” ou que não merecia nada bom;
Não gostar de si mesma: a autoestima baixa, dificuldade em se aceitar e falta de confiança em si podem também estar relacionadas com a síndrome da impostora;
Autocrítica destrutiva: “acredita que sempre faz tudo errado, é ruim, não merecedora, se coloca para baixo”;
Dificuldade em estabelecer limites: “como não entende os próprios limites, não consegue dizer não ou se afastar de pessoas tóxicas”;

 

Dificuldade em se perdoar pelos próprios erros: não consegue entender que errar faz parte do processo de amadurecimento, que você não é perfeita, se culpa e se pune quando isso acontece.

 

 

Fotos: Reprodução/Google

 

É importante comentar que você não deve se culpar ao identificar algum dos sinais de falta de amor-próprio. Como já dito anteriormente, aprender a se amar é um processo. Ao identificar os “sintomas”, você já sabe por onde começar a cuidar mais de si.Se amar é um processo, isso quer dizer que você pode aprender a ter mais amor-próprio. O que pode ser feito? O que mudar na sua rotina e na forma de se autoavaliar? Aline apresenta algumas ações indispensáveis, como:

 

Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no FacebookTwitter e no Instagram

Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram.

 

Pratique o autoconhecimento: “reconhecer suas qualidades e defeitos é o primeiro passo para aceitá-los e se conhecer melhor”;
Perdoe seus próprios erros: “é importante fazer isso, acolhendo os sentimentos negativos provocados. Tenha empatia com você mesma”;
Pratique a autocompaixão: “buscar atividades que tragam alegria e satisfação, tomando decisões baseadas no que é melhor para você”;
A psicóloga finaliza que “adotar essas três dicas em sua rotina, e ter essa percepção sobre estes quesitos, ajudará a estabelecer limites e a dizer ‘não’ em momentos em que achar necessário, sem se sentir mal ou culpada por isso”. 

 

Fonte: com informações do Portal Dicas de Mulher

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Nome:

Email:

Mensagem:

LEIA MAIS
Fique atualizada
Cadastre-se e receba as últimas notícias da Mulher Amazônica

Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.