17 de Maio de 2026

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Internacional - 22/02/2022

Ameaça de guerra Parlamento russo autoriza envio de tropas, e Ucrânia pede armas ao Ocidente

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Foto: Reprodução

Ministro de Relações Exteriores da Ucrânia disse que tem pedido armas aos países da Europa Ocidental e aos Estados Unidos

O ministro ucraniano das Relações Exteriores, Dmytro Kuleba, disse nesta quinta-feira (22) que os países ocidentais deveriam intensificar o envio de armas para seu país, para ajudá-lo a resistir contra a Rússia.

 

"Nesta manhã, enviei uma carta ao secretário britânico das Relações Exteriores, pedindo armas defensivas adicionais para a Ucrânia. Com a mesma pergunta, vou me dirigir aos meus interlocutores nos Estados Unidos", afirmou.

 

"Nossas melhores garantias serão nossa diplomacia e armas. Vamos mobilizar o mundo inteiro para termos tudo de que precisamos para fortalecer nossas defesas", frisou.

 

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Kuleba deverá conversar ainda nesta terça-feira com Antony Blinken, o secretário de Estado americano (cargo equivalente ao de ministro de Relações Exteriores).

 

20/02 - Manifestantes marcham pela rua em Odessa, Ucrânia, no domingo (20). Milhares de pessoas marcharam pelas ruas da cidade em uma manifestação marcando a data em que, há oito anos, mais de cem pessoas foram mortas durante a Revolução Ucraniana de 2014. Acenando com bandeiras nacionais, os ativistas protestam contra uma possível invasão russa e disseram que estavam preparadas para defender sua cidade, se necessário   — Foto: Emílio Morenatti/AP

 

Parlamento russo tropas no leste da Ucrânia


O presidente Putin pediu ao Parlamento russo a permissão para usar as forças armadas da Rússia no exterior depois de reconhecer formalmente duas regiões separatistas do leste da Ucrânia.

 

O pedido foi aprovado por unanimidade logo em seguida. A medida entra em vigor imediatamente, segundo um deputado presente à sessão.

 

Antes, o Parlamento da Rússia ratificou o acordo assinado por Putin para defender os separatistas do leste da Ucrânia, após o reconhecimento de suas repúblicas.

 

Putin: não será 'imediatamente'

 


O presidente russo disse que é impossível dizer com antecedência quais serão as ações militares em Donbass. As eventuais movimentações, segundo ele, vão depender da situação no local.

 

"Eu não disse que nossas tropas irão para lá imediatamente", afirmou ele.


Ele falou também que a melhor solução para acabar com a crise em torno da Ucrânia seria Kiev desistir de seu desejo de se juntar à Otan: "A melhor solução para essa questão seria que as autoridades atualmente no poder em Kiev desistissem de ingressar na Otan por conta própria e se mantivessem na neutralidade".

 

Ele afirmou também que o Tratado de Minsk, que estabelecia a paz entre os dois países, não existe mais e que não há nada no texto para ser cumprido, e que a culpa pelo fracasso do acordo é do governo da Ucrânia.

 

Ocidente já enviou armas


Países da Europa Ocidental e os EUA já enviaram armas para a Ucrânia no início deste mês. Países como os Estados Unidos e o Reino Unido forneceram ajuda militar à Ucrânia, que incluiu mísseis antitanque e lançadores para ajudá-la a se defender. Outros, como a Alemanha, enviaram capacetes, evitando ajuda com armamento letal.

 

A Rússia criticou essas doações.

 

19/02 - Civis treinam com membros da Legião Georgiana, uma unidade paramilitar formada principalmente por voluntários de etnia georgiana para lutar contra as forças russas na Ucrânia em 2014, em Kiev, Ucrânia, no sábado (19)    — Foto: Efrem Lukatsky/AP

Fotos: Reprodução

 

No dia 9 de fevereiro, um dirigente de alto escalão do governo russo acusou o Ocidente de aumentar a pressão política sobre Moscou ao fornecer armas e munições para apoiar a Ucrânia.

 

O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, disse que os suprimentos militares para a Ucrânia representam "chantagem e pressão" ocidentais.

 

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"Tudo o que está acontecendo em termos de abastecer a Ucrânia com equipamentos, munições, equipamentos militares, incluindo armas letais, é uma tentativa de colocar pressão política adicional sobre nós, bem como provavelmente pressão técnica militar", disse Ryabkov, segundo a agência de notícias RIA.

 

Fonte: Portal G1

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