Concessão integra a estratégia federal para desenvolvimento sustentável da Amazônia
O governo federal lançou, em 10 de junho, o edital de concessão da Floresta Nacional (Flona) de Balata-Tufari, no Amazonas. A iniciativa abrange 268 mil hectares na área de influência da BR-319 e prevê R$ 300 milhões em investimentos privados, além da geração de 1.236 empregos ao longo da vigência dos contratos.
Coordenado pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o projeto integra a estratégia federal de ampliação do manejo sustentável e de fortalecimento da economia florestal na Amazônia. A concessão está dividida em três Unidades de Manejo Florestal (UMFs), com contratos de 37 anos. Segundo o governo, a medida também busca ampliar o controle territorial e combater atividades ilegais em uma região considerada estratégica para a Amazônia.O secretário-executivo adjunto do MMA, Guilherme Checco, afirmou que a iniciativa reforça as metas ambientais do governo federal.
“Com a concessão da Flona de Balata-Tufari, ampliamos a área de florestas federais sob manejo sustentável, fortalecemos a economia florestal e criamos condições para que a floresta em pé continue gerando emprego, renda e desenvolvimento. Essa iniciativa reforça o compromisso do Governo do Brasil com a proteção da Amazônia e com a meta de zerar o desmatamento até 2030”.
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Foto: Reprodução/Google
Com a nova concessão, a área de florestas públicas federais sob manejo sustentável na Amazônia passará de 1,58 milhão para cerca de 1,85 milhão de hectares, um aumento estimado em 17%. O diretor-geral do SFB, Garo Batmanian, destacou que o projeto busca conciliar conservação ambiental e desenvolvimento econômico.
“A concessão da Flona de Balata-Tufari demonstra que é possível conciliar conservação ambiental, desenvolvimento econômico e geração de oportunidades para as populações locais. Estamos ampliando a área de florestas públicas sob manejo sustentável e fortalecendo a bioeconomia”. A proposta contou com apoio técnico do BNDES, do ICMBio e da Casa Civil. Segundo o governo, a iniciativa também contribui para o fortalecimento da governança territorial na região entre os rios Purus e Madeira.
Fonte: com informações BNC
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