Trouxemos 3 mulheres da Amazônia brasileira que são lideranças e protetoras e colocam seus corpos em defesa da floresta e de seus povos, conheça!
Circularam milhares de pessoas dos nove países que compõem a Amazônia, diversas mulheres que estão à frente da luta em defesa dos territórios.
Da Guiana Francesa à Bolívia, cada vez mais elas são reconhecidas pelo seu papel de liderança, de proteção e cuidado com suas comunidades e com o território.
Trouxemos 3 mulheres da Amazônia brasileira que são lideranças e protetoras e colocam seus corpos em defesa da floresta e de seus povos, conheça!
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Mulheres que fizeram parte da construção do que é a Amazônia
1 – Maria Nice Machado
Esta mulher quilombola pertencente ao quilombo Bairro Novo, em Penalva, no Maranhão, perdeu dois filhos na luta em defesa do território. Eles foram assassinados. Hoje, lidera uma das associações quilombolas de seu território. Preparada para a marcha de abertura do Fórum Social Pan-Amazônico, disse que não poderia faltar ao FOSPA.
“O evento é de grande importância para nos unirmos em luta contra os desmontes ambientais que a Amazônia vem sofrendo, acredito que este fórum representa este espaço geográfico, pois somos o povo e somos o espaço. Por isto estamos reunidos para apresentar nossa forma de transformar e salvar este espaço”
2 – Zélia Amador de Deus

A primeira reitora negra de uma universidade brasileira, Zélia é força, potência, e ouvi-la falar é sempre uma lição carregada de emoções. Professora, pesquisadora, artista e militante negra e feminista, ela ressalta as várias Amazônias, e as diversidades que vão além do bioma.
Ela, que nasceu na Ilha de Marajó, no Pará, é considerada uma das grandes pensadoras negras da atualidade, graduada em Letras pela Universidade Federal do Pará (UFPA), mestra em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutora em Ciências Sociais pela UFPA, e uma pioneira. Premiada com o Prêmio de Direitos Humanos da BrazilFoundation, em Nova York, ela segue em luta pelas Amazônias e contra a invisibilidade da região.
3 – Tuíra Kopenawa YanomamiTuíra

Fotos: Reprodução/Google
Cresceu acompanhando a luta de seu pai, o xamã Davi Kopenawa Yanomami, e aos 29 anos estava presente no FOSPA, fazendo denúncia no II Tribunal Ético de Justiça e de Direitos das Mulheres Andinas e Panamazônicas sobre a invasão de garimpeiros na Terra Indígena Yanomami e suas consequências, as violências principalmente com as mulheres, que sofrem diversas violências. Ela faz parte da Hutukara Associação Yanomami, organização indígena de seu povo.1 – Maria Nice Machado
Fonte: com informações do Portal Terra
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