19 de Abril de 2026

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Saúde - 26/11/2024

Amazonas divulga informe epidemiológico de esporotricose, nesta terça, 26/11

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Foto: Girlene Medeiros/FVS-RCP

Informe está disponível no site da FVS-RCP, www.fvs.am.gov.br

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas - Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), divulga, nesta terça-feira, 26/11, o informe epidemiológico de esporotricose humana e animal, uma infecção subcutânea causada por fungos do gênero Sporothrix.

 

O documento está disponível no site FVS-RCP: www.fvs.am.gov.br . O informe é dividido em dados de esporotricose humana e animal, notificados à FVS-RCP e é atualizado mensalmente, na última terça-feira do mês.

 

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Esporotricose humana

 

 

No Amazonas, de janeiro até o dia 26 de novembro, foram notificados 1.443 casos de esporotricose humana, sendo 1.078 confirmados e 184 estão em investigação. Não há óbitos relacionados à doença. Os casos confirmados correspondem a pessoas residentes em Manaus (1.038), Presidente Figueiredo (28), Barcelos (7), Urucurituba (4) e Careiro (1).

 

Esporotricose animal

 

No Amazonas, de janeiro a 26 de novembro, foram notificados 3.030 casos de esporotricose animal, sendo 2.373 confirmados, em tratamento 1.437. Foram registradas 924 eutanásias/óbitos. A maior quantidade de animais é de gatos (97,9%), seguidos de cães (2,1%). Os animais envolvidos são, em maioria (67%), machos.

 

Sobre a esporotricose

 

 

A esporotricose é uma infecção por fungos do gênero Sporothrix, que vive naturalmente no solo, em cascas de árvores e na vegetação em decomposição, podendo infectar humanos, gatos, cães e outros mamíferos.

 

A transmissão para humanos ocorre pela implantação do fungo na pele ou mucosa, por meio de contato com espinhos, palha ou lascas de madeira que estiveram em contato com vegetais em decomposição contaminados pelo fungo. Em caso de suspeita de esporotricose humana, procurar uma unidade de saúde.

 

Fotos: Reprodução Google

 

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Os animais podem transmitir a doença para humanos e outros animais por meio de arranhadura, mordedura ou lambedura e pelo contato com secreções respiratórias e lesões na pele e mucosas. A orientação é evitar que cães e gatos saiam às ruas sem supervisão, isso reduz o risco de infecção por esporotricose. Em caso de suspeita de esporotricose animal, a orientação é levar o animal ao veterinário, com urgência. 

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