Iniciativa, realizada em parceria com o Inpev, premiou estudantes do 4º e 5º ano do Ensino Fundamental
A Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar, por meio da Coordenação de Educação Escolar do Campo, das Águas e das Florestas (Cecaf), anunciou os vencedores da edição 2025 do Concurso de Desenho e Redação do Programa de Educação Ambiental – Campo Limpo.
A Escola Estadual (EE) Eurico Gaspar Dutra, localizada na Comunidade Vila de Campinas do Norte, em Manacapuru (distante 68 quilômetros de Manaus), foi destaque na iniciativa que envolveu 217 estudantes de 11 escolas do campo.
Com o tema “Repórter do Clima”, os trabalhos vencedores abordaram mudanças climáticas e gestão compartilhada de resíduos sólidos, propondo reflexões criativas sobre sustentabilidade. Na categoria redação, a premiada foi a aluna Valentina Torres, enquanto Abner Cauã conquistou o primeiro lugar na categoria desenho.
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Os estudantes receberam mochilas e kits de pintura oferecidos pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev), parceiro do projeto.
A coordenadora da Cecaf, Anne Dirane, destacou a relevância da iniciativa para a formação cidadã dos alunos. “O concurso contempla atividades voltadas à Educação Ambiental, incentivando nossos estudantes a refletirem sobre questões urgentes, como as mudanças climáticas. A participação ativa das escolas demonstra o fortalecimento do compromisso com a educação do campo e a formação de uma consciência sustentável em nossas crianças”, ressaltou a coordenadora.

Fotos: Divulgação / Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar
A professora de Língua Portuguesa, Eldelane Gomes, orientadora dos vencedores, relatou o envolvimento dos alunos e da comunidade no processo. “Desde o início, buscamos engajar as famílias e mostrar a importância do tema. As crianças se dedicaram de forma muito responsável e perceberam que suas produções poderiam inspirar colegas e a própria comunidade. O aprendizado de que algo precisa ser feito para um planeta melhor ficará marcado na vida deles”, afirmou a docente, que trabalha há 10 anos na Eurico Gaspar Dutra.
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