Agatha Nunes elege carreira pouco escolhida por mulheres; mercado aponta alta demanda por profissionais na área
Agatha Nunes, de 18 anos, decidiu seguir um caminho profissional que ainda é pouco explorado por mulheres e figura entre as escolhas raras de vestibulandos em geral.
Aprovada no bacharelado em física na USP (Universidade de São Paulo) e na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), a estudante ingressa em uma área onde menos de um quarto das matrículas no Brasil são femininas.
Os dados são do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) e do IBGE, principal provedor de dados e informações do país."Desde pequena, sempre gostei de astronomia e do universo, então quando comecei a ter física no 9° ano, já me interessava bastante pela área", afirma Agatha à CNN Brasil.
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Foto: Reprodução
O feito ocorre em um cenário de baixa ocupação feminina e predominância masculina. De acordo com pesquisa publicada na Revista Brasileira de Ensino de Física, com base no Censo da Educação Superior de 2024, o bacharelado em física mantém a maioria masculina, com uma razão de 2,71 homens para cada mulher ingressante.
O estudo revela ainda que a população branca é maioria, com mais de 50% das vagas desde 2018, e que alunos negros e oriundos de escola pública apresentam maior índice de evasão ao longo do curso, não concluindo a trajetória na mesma proporção em que ingressam.
Fonte: com informações CNN Brasil
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