21 de Abril de 2026

NOTÍCIAS
Política - 25/01/2024

Abin: Flávio Bolsonaro nega ter recebido informações de maneira ilegal

Compartilhar:
Foto: Reprodução Google

"Nunca recebi relatório de Abin para que pudesse ser beneficiado de alguma forma", disse o senador durante entrevista nesta quinta-feira, 25

Nesta quinta-feira, 25, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou ter recebido informações da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) que pudessem beneficiá-lo. "Isso é uma história completamente fantasiosa. Nunca recebi relatório de Abin para que pudesse ser beneficiado de alguma forma", afirmou durante entrevista ao Estúdio i, da GloboNews.

 

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (25), uma operação para investigar suposto esquema ilegal de espionagem pela Abin , durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na época, a agência era comandada por Alexandre Ramagem, hoje deputado federal. A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Na decisão, Moraes disse que a Abin foi usada para elaborar relatórios de defesa a favor do senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente.

 

Veja também

 

Ramagem comandou espionagem para beneficiar filhos de Bolsonaro, aponta STF

Lewandowski mantém diretor da Polícia Federal

 

 Espionagem ilegal na Abin

 

 

"A utilização da Abin para fins ilícitos é, novamente, apontada pela Polícia Federal e confirmada na investigação quando demonstra a preparação de relatórios para defesa do senador Flávio Bolsonaro, sob responsabilidade de Marcelo Bormevet, que ocupava o posto de chefe do Centro de Inteligência Nacional – CIN, como bem destacado pela Procuradoria-Geral da República", pontuou o ministro.

 

Monitoramento de adverários

 

 

 

Ainda durante a entrevista à GloboNews, Flávio Bolsonaro também negou que o governo tenha usado o software israelense "First Mile" para monitorar adversários. De acordo com as investigações da Polícia Federal, integrantes da Abin faziam o monitoramento ilegal por meio da ferramenta de geolocalização, que permite identificar as movimentações de pessoas por meio dos celulares delas.

 

A apuração aponta que o esquema monitorou celulares de servidores públicos, políticos, policiais, advogados, jornalistas e até mesmo juízes. Entre os alvos da suposta espionagem estariam "desafetos" de Bolsonaro, como os ministros do STF Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, e o ex-presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia.

 

Fotos: Reprodução Google

 

Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no FacebookTwitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram.

 

Flávio Bolsonaro pediu uma "investigação isenta" da situação, e disse que, se houve espionagem, os responsáveis devem ser punidos. "Nós não temos nenhum interesse em usar a Abin para perseguir adversários políticos, nós nunca fizemos isso. Nunca usamos a Polícia Federal para isso, a PGR para isso. São instituições autônomas, respeitadas, que têm seus profissionais qualificados para buscar a verdade, mas com base na lei e produzindo provas", disse.

 

Fonte: com informações do Portal iG 

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Nome:

Email:

Mensagem:

LEIA MAIS
Fique atualizada
Cadastre-se e receba as últimas notícias da Mulher Amazônica

Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.