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Mulher em pauta - 10/03/2024

40 milhões de mulheres estão assumindo as finanças dos lares

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Foto: Reprodução/Google

Manter as contas em dia e fugir das dívidas são as maiores preocupações das provedoras

Por muitos anos, o papel de provedor financeiro foi da figura masculina, porém essa regra social vem mudando, nos últimos anos. De acordo com o levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Brasil, atualmente, há mais de 40 milhões de mulheres assumindo as lideranças familiares.

 

Para o especialista Fernando Lamounier, educador financeiro e diretor da Multimarcas Consórcios, o crescimento das provedoras dos lares contribui para o desenvolvimento econômico e social da comunidade. “A evolução também auxilia no progresso pessoal e garante uma base sólida para o desenvolvimento familiar”.

 

Um estudo realizado pela Provu, fintech de crédito pessoal e meios de pagamento, apontou que 72,6% das líderes se preocupam em manter as contas em dia; 10,3% trabalham para evitar dívidas; 6,9%, para aumentar a renda familiar; 6,5%, para a independência financeira; e 3,7%, a fim de investir ou juntar dinheiro.

 

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Quando questionadas como se organizam financeiramente, 73,2% das entrevistadas revelaram que adotam meios tradicionais de controle de gastos, como cadernos ou planilhas para anotar as entradas e saídas do dinheiro. Em contraponto, 13,5% já são a favor de uma abordagem mais moderna utilizando aplicativos para gerir suas finanças. Apenas 6,8% disseram não se organizar financeiramente.

 

 

Fotos: Reprodução/Google

 

“O planejamento financeiro garante independência econômica para as mulheres, além de segurança financeira e capacidade de enfrentar desafios futuros, proporcionando oportunidades de investimento e realização de objetivos pessoais e familiares. Definir metas financeiras claras e que sejam condizentes com o seu salário é um outro fator que deve ser levado em consideração”, destaca o especialista.

 
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Em relação ao investimento, 69,9% das mulheres afirmaram que não o realizam, enquanto as adeptas preferem que seus investimentos sejam provenientes da poupança (43,8%), CDB ? Certificado de Depósito Bancário – (17,4%) e Fundos de Renda Fixa (11,9%). “O investimento feminino contribui para a diversificação do mercado financeiro e inspira outras mulheres a assumirem o controle de suas finanças e a buscar independência financeira”, finaliza Lamounier.

 

Fonte: com informações do Portal iG

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