30 de Abril de 2026

NOTÍCIAS
Meio Ambiente - 06/10/2023

2023 pode ser ano mais quente da história, diz agência climática

Compartilhar:
Foto: Reprodução/Google

A média de temperatura do último mês foi de 16,38ºC, 0,93ºC a mais do que a média registrada para setembro entre 1991 e 2020.

O Serviço de Mudanças Climáticas do observatório europeu Copernicus (C3S, na sigla em inglês) divulgou, na quinta-feira, 05/10, um relatório com dados preocupantes sobre a situação climática global. O último mês de setembro foi o setembro mais quente já registrado e, esse ritmo, 2023 caminha para se tornar o ano mais quente da história.

 

“As temperaturas sem precedentes para esta época do ano observadas em setembro, após um verão recorde, quebraram recordes de forma extraordinária. Este mês extremo empurrou 2023 para a duvidosa honra do primeiro lugar, a caminho de ser o ano mais quente e cerca de 1,4ºC acima da média pré-industrial de temperatura”, disse a vice-diretora do Copernicus, Samantha Burgess.

 

A média de temperatura do último mês foi de 16,38ºC, 0,93ºC a mais do que a média registrada para setembro entre 1991 e 2020. O número supera em 0,5ºC o recorde anterior, registrado em 2020.

 

Veja também 

 

Em Brasília, Sema delibera com Serviço Florestal Brasileiro sobre plano de concessões florestais no Amazonas

Vazante: 1,27 metros separa Rio Negro da maior seca da história



 

Foto: Reprodução/Google

 

A temperatura global de setembro de 2023 foi a que apresentou mais anomalias dentre todos os meses registrados na base de dados do C3S. Se comparado a média pré-industrial, medida entre 1850 e 1900, o mês foi 1,75ºC mais quente.

 

Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no FacebookTwitter e no Instagram.

Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram.

 

Em relação ao ano de 2023, a média de temperatura registrada até agora, entre os meses de janeiro e setembro, foi 0,52ºC maior que a média geral e superou em 0,05ºC o recorde anterior, de 2016.

 

Se comparado ao período pré-industrial, entre 1850 e 1900, o ano, até agora, foi 1,4ºC mais quente. O ano de 2023 pode vir a se tornar o ano mais quente já registrado, superando 2016, uma vez que “as condições do El Niño continuam a se desenvolver na região equatorial do Pacífico oriental”, explica o relatório.O El Niño é um fenômeno natural de aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico. No entanto, ele é impulsionado pelas mudanças climáticas.

 

Fonte: com informações Revista Fórum 

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Nome:

Email:

Mensagem:

LEIA MAIS
Fique atualizada
Cadastre-se e receba as últimas notícias da Mulher Amazônica

Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.