26 de Maio de 2026

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Eleições 2022 - 10/05/2022

Por unanimidade, TSE rejeita consulta de Eduardo Bolsonaro sobre exigência do comprovante de vacina na eleição

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Foto: Reprodução

Não há definição do TSE sobre a obrigatoriedade do comprovante de vacina para votar

Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou a consulta do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para saber se haverá exigência do comprovante de vacinação contra a covid-19 nos locais de votação.

 

O julgamento foi feito no plenário virtual, plataforma que permite a inclusão dos votos no sistema sem necessidade de debate no plenário.

 

Em consulta enviada ao TSE no final de janeiro, o filho do presidente Jair Bolsonaro (PL) fez três questionamentos:

 

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Se a Justiça Eleitoral vai cobrar o passaporte da vacina;


Se os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) terão autonomia para estabelecer critérios sanitários para o ingresso dos eleitores nos ambientes de votação, especialmente em relação à obrigatoriedade do comprovante de vacinação;


Se governadores e prefeitos também poderão definir exigências para acessar o local de votação.

 

O que esperar de Fachin e Moraes na presidência do TSE? - JOTA

 

Os ministros Edson Fachin, presidente do TSE, Alexandre de Moraes, Mauro Campbell Marques, Benedito Gonçalves, Sérgio Banhos e Carlos Horbach acompanharam o relator Ricardo Lewandowski.

 

A área técnica do TSE já havia sugerido que a consulta não fosse conhecida. O parecer diz que os questionamentos envolvem questões administrativas e não eleitorais, o que impediria a análise.

 

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Fotos: Reprodução

 

 

Até o momento, não há definição do TSE sobre a obrigatoriedade do comprovante de vacina para votar. Em seu voto, Lewandowski disse que o cenário epidemiológico “impede respostas objetivas e uniformes no momento”. Segundo o ministro, eventuais normas específicas sobre os protocolos sanitários “serão editadas oportunamente”.

 

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“As respostas pretendidas pelo consulente [deputado] demandam a análise de uma série de variáveis, tendo em vista as peculiaridades existentes em cada um dos municípios brasileiros no tocante ao controle local da evolução e da propagação do vírus no combate à pandemia da covid-19”, escreveu.

 

Fonte: Portal Estadão

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