Em coletiva de imprensa em que a ministra participa, o governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil) vai assinar a liberação orçamentária de contrapartida, que se somará aos recursos do governo federal para a implantação do espaço.
O governador Wilson Lima, e a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, recebem a imprensa na manhã desta sexta-feira, 14, para falar sobre a construção da Casa da Mulher Brasileira em Manaus.
No ato, o governador também assinará a liberação orçamentária de contrapartida, que se somará aos recursos do Governo Federal para a implantação do espaço.
A contrapartida do Estado vai garantir que os recursos federais disponibilizados sejam utilizados, após adequações no projeto, solicitadas pela Caixa Econômica Federal, foram atendidas. As tratativas para a implantação de uma unidade nesse modelo no Amazonas são feitas por meio da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc).
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A ministra é a quarta representante do Governo Lula que vem a capital amazonense, em menos de dois meses. Em março, os ministros das Cidades e do Integração e do Desenvolvimento Regional, Jader Filho e Waldez Góes, respectivamente. Além da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva. Os ministros visitaram áreas em que ocorreu deslizamento de terra, nos bairros da Zona Leste e Zona Sul.
A Casa da Mulher Brasileira é um espaço para atendimento humanizado às mulheres vímas de violência domestica. Integra no mesmo espaço serviços especializados para os mais diversos tipos de violência contra as mulheres: acolhimento e triagem; apoio psicossocial; delegacia; juizado; Ministério Público, Defensoria Pública; promoção de autonomia econômica; cuidado das crianças – brinquedoteca; alojamento de passagem e central de transportes.

Fotos: Reprodução
A Casa, de acordo com o governo federal, é um dos eixos do programa Mulher, Viver sem Violência, que facilita o acesso aos serviços especializados para garantir condições de enfrentamento à violência, o empoderamento da mulher e sua autonomia econômica. É um passo definitivo do Estado para o reconhecimento do direito de as mulheres viverem sem violência.
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