Ministra do STF fez a declaração ao conceder um aparte a Flávio Dino; deputada Talíria Petrone e Manuela D´Ávila celebram citação
No início do quinto dia de julgamento da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF), na quinta-feira, a ministra Cármen Lúcia abriu seu voto com bom humor e firmeza — e uma frase que rapidamente ganhou destaque nas redes sociais:
“Nós, mulheres, ficamos dois mil anos caladas e queremos falar”.A declaração surgiu depois que o ministro Flávio Dino pediu um “aparte” — uma intervenção para comentar o que ela dizia. Ao conceder o pedido, a decana respondeu:
“Eu concedo, como sempre. Está no regimento do Supremo. Debate faz parte dos julgamentos, tenho o maior gosto em ouvir, eu sou da prosa — todos desde que rápidos, porque, também, nós, mulheres, ficamos dois mil anos caladas e queremos falar.”A fala foi rapidamente exaltada por usuários nas redes sociais como um gesto de empoderamento feminino. Políticos de esquerda compartilharam o trecho, como a deputada federal Talíria Petrone (PSOL):
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"Ministra Cármen Lucia falando por todas as mulheres nesse julgamento histórico", disse a deputada, no X.Ex-deputada e candidata a vice-presidente em 2018, Manuela D'Ávila destacou a aspa e outras da magistrada.
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"O voto de uma mulher condenou Bolsonaro! A história sendo feita! Qual parte do argumento vocês mais gostaram?", escreveu a ativista.

Fotos: Reprodução/Google
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Fonte: com informações O Gobo
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