A Polícia Federal (PF) calcula que, ainda nesta semana, encerrará o inquérito sobre as joias furtadas do Patrimônio da União por Jair Bolsonaro
Na semana passada, a PF encontrou indícios de uma nova joia que pode ter sido negociada por Bolsonaro e seus assessores, no exterior. A descoberta ocorreu durante uma apuração nos EUA, que contou com a participação do FBI (a Polícia Federal norte-americana).
O diretor-geral da PF, delegado Andrei Rodrigues, não detalhou que joia era essa ou os valores envolvidos, mas afirmou que a descoberta colaborava para o avanço das investigações.
A Polícia Federal (PF) calcula que, ainda nesta semana, encerrará o inquérito sobre as joias furtadas do Patrimônio da União por Jair Bolsonaro (PL) e seus cúmplices, segundo provas obtidas ao longo da investigação.
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O desvio e o comércio ilegal de presentes de alto valor recebidos pelo ex-mandatário neofascista, enquanto ainda ocupava a Presidência da República, carrega o maior potencial de risco para a prisão dos suspeitos, no caso que será levado ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Para encerrar o inquérito, a PF aponta quem praticou os crimes e quais foram os crimes cometidos. A tendência é que Bolsonaro e seus assessores sejam indiciados após diversas provas apontar para a retirada de itens do acervo presidencial; o transporte para os Estados Unidos; a venda e uma operação de resgate para trazer as joias de volta ao Brasil após a eclosão do escândalo.
Anistia
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Fotos: Reprodução/Google
Na semana passada, a PF encontrou indícios de uma nova joia que pode ter sido negociada por Bolsonaro e seus assessores, no exterior. A descoberta ocorreu durante uma apuração nos EUA, que contou com a participação do FBI (a Polícia Federal norte-americana). O diretor-geral da PF, delegado Andrei Rodrigues, não detalhou que joia era essa ou os valores envolvidos, mas afirmou que a descoberta colaborava para o avanço das investigações.
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Apesar dos indícios de crime cada vez mais robustos, o senador Sergio Moro (UB-PR), investigado no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por gestão caótica de recursos no comando ‘Operação Lava Jato’, diz-se favorável à possível anistia a Bolsonaro, que se encontra inelegível, para que ele dispute as eleições presidenciais de 2026.
Fonte: com informações do Portal Correio do Brasil
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