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Direitos da Mulher - 14/07/2022

'300 dias sem aula': Malala faz apelo por volta de meninas às escolas no Afeganistão

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Foto: Reprodução

Por proibição dos Talibãs, estudantes do sexo feminino estão há 300 dias sem poder ir à escola no Afeganistão, denunciou nesta quinta-feira (14) a ativista paquistanesa Malala Yousafzai.

 

Vencedora do Nobel da Paz em 2014 por sua luta contra regimes que proíbem meninas de estudar, Malala pediu que países aumentem a pressão contra os Talibãs, que retomou o poder no país em agosto de 2021.

 

A ativista, que foi atacada com um tiro no rosto pelos Talibãs ao defender o direito de meninas irem às escolas quando tinha 11 anos, quer que governos condicionem o reconhecimento do regime à reabertura da sala de aula para meninas e mulheres, que também estão impedidas de estudar em universidades.

 

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"Os líderes internacionais devem fazer pressão diplomática nas autoridades do Afeganistão para garantir a reabertura imediata de escodlas para meninas no país. Nos últimos 20 anos (quando o Talibã não estava no poder no país), milhares de mulheres e meninas afegãs receberam educação", afirma sua fundação em um comunicado.

 

Malala Yousafzai faz apelo por volta de meninas às escolas no Afeganistão

 

Quando retomou o poder, no ano passado, aproveitando a brecha aberta pela retirada das tropas dos Estados Unidos no Afeganistão, os Talibãs afirmaram que os direitos das mulheres não seriam violados.

 

Este ano, no entanto, o regime proibiu que meninas e mulheres fossem às aulas e ordenaram que apresentadoras e repórteres de TV cubrissem o rosto inteiro durante as transmissões.

 

Malala, baleada aos 15 anos por lutar pela educação de mulheres, se forma em Oxford — Foto: Redes Sociais

Malala, baleada aos 15 anos por lutar pela educação de mulheres,

se forma em Oxford  (Fotos: Reprodução)

 

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No ano passado, Malala, que sobreviveu a um tiro no rosto após um atentado que sofreu quando ia para a escola, se formou na Universidade de Oxford.

 

Fonte: Portal G1

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