Foi a primeira mulher africana a receber o Prêmio Nobel da Paz.
Wangari Maathai teve uma rara oportunidade para uma mulher queniana dos anos 1960: ela era uma das 300 estudantes quenianas selecionadas para o programa Airlift África, o que lhe deu a chance de frequentar a Universidade nos Estados Unidos.
Depois de completar licenciatura e mestrado em Biologia, voltou para o Quênia, onde teve uma nova perspectiva sobre os danos ambientais em seu país – e sobre a necessidade de direitos das mulheres.
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Foto: Reprodução/Google
Por isso, fundou o Green Belt Movement para abordar ambas questões, ensinando as mulheres quenianas a plantar novas árvores em áreas desmatadas e a obter renda sustentável da terra.
Desde então, o movimento capacitou 30 mil mulheres para o comércio, tirando-as da pobreza, e plantou mais de 51 milhões de árvores.
Por sua dedicação à conservação ambiental e ao avanço dos direitos das mulheres, Maathai recebeu o Prêmio Nobel da Paz, em 2004 – a primeira mulher africana a receber o prêmio.
Fonte: com informações Portal Sem abelha sem Alimento
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