"Nós temos uma situação, nos anos recentes, de muita precarização associada, por exemplo, alares chefiados por mulheres.
"A gente precisa se perguntar por que as mulheres votam menos do que os homens. Por que os jovens, homens e mulheres, apresentam uma rejeição muito mais alta do que os segmentos mais velhos do eleitorado? Será que não é justamente porque, entre esses grupos do eleitorado, a gente tem uma compreensão de que esse tipo de ativação do neoconservadorismo muito violenta, de um ataque aos fundamentos das agendas de direitos humanos, são um problema?", questiona a professora.
Para Biroli para além dos episódios misóginos, o fato de as mulheres estarem na ponta de lança dos lares com maiores dificuldades financeiras, diretamente atingidos pela crise econômica e social do país, pode ser também um componente que determina a rejeição ao atual presidente.
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"Nós temos uma situação, nos anos recentes, de muita precarização associada, por exemplo, alares chefiados por mulheres.

Fotos: Reprodução/Google
O emprego das mulheres é mais precarizado e em termos socioeconômicos seus lares, aqueles em que elas são as principais provedoras, são mais empobrecidos", explica.
Fonte: com informações do Portal Uol
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