A boa notícia é que existem táticas para aliviar os altos e baixos.
Criar conexões para garantir a prosperidade do negócio, quebrar barreiras e lidar com o próprio medo são desafios corriqueiros na vida de muitos empreendedores brasileiros.
A boa notícia é que existem táticas para aliviar os altos e baixos. Manter o otimismo, se enxergar como líder e conversar com outras mulheres são lições de três empresárias que marcaram presença no Empreendedoras no Corre, evento que celebra o protagonismo da mulher no mundo dos negócios.
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Empreendedorismo feminino: mulheres lideram mais de um terço dos negócios no Brasil
1. Evite o silêncio na hora de abrir um negócio
Se tem um conselho que a empreendedora Lela Brandão sabe na ponta da língua é o de conversar com outras mulheres do universo dos negócios antes de decidir abrir uma empresa. Na época em que lançou a marca de roupas confortáveis Lela Brandão CO., em plena pandemia, ela não recebeu a sugestão. Com isso, aprendeu na marra - e de forma mais solitária - os ônus e os bônus de ter um CNPJ no Brasil.
“Empreender toma tudo se você deixar, igual a um furacão. Tem de impor limites de tempo e energia para cada projeto”, diz.Lela também recomenda praticar o autoconhecimento, pois cada fase do negócio exige uma estratégia diferente. Essa mudanças, segundo a empresária, interferem diretamente na saúde mental de quem está à frente de uma empresa.
Como criadora de conteúdo há mais de 10 anos, ela enxerga nas plataformas uma possibilidade de se conectar e criar comunidades mais sólidas na internet. “O conteúdo é como se fosse um produto, é um storytelling para se conectar com as pessoas”, completa Emily Ewell, da Pantys.
2. Ser uma mulher empreendedora também é ser uma liderança
Para Emily Ewell, o empreendedorismo é um estilo de vida. Neste contexto, conseguir equilibrar o fluxo entre vida pessoal e profissional não é fácil. “A gente sempre tem de crescer mais rápido que o nosso negócio”, afirma.
Por isso, reconhecer o problema do mercado dentro da área em que atua é meio caminho andado para identificar o que é possível desenvolver no empreendimento com base na necessidade dos consumidores.
3. Otimismo é indispensável para manter um empreendimento
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Fotos: Reprodução/Google
“Empreender no Brasil é padecer no paraíso”, desabafa Regina Tchelly, fundadora da Favela Orgânica, iniciativa que nasceu em 2011 nas comunidades Babilônia e Chapéu Mangueira, no Rio, e tem como lema o combate à fome e ao desperdício.
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A empresária trabalhou como empregada doméstica até os 18 anos. Logo depois, investiu em uma ideia que se transformaria no projeto Favela Orgânica. Dali em diante, o sonho de ser uma cozinheira famosa se tornou cada vez mais próximo.
Fonte: com informações do Portal Estadão
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