Setor ficou na 3ª posição nacional acima de estados como São Paulo e Rio de Janeiro
Em janeiro de 2026, o comércio varejista no Amazonas registrou uma recuperação expressiva de 4,8% no volume de vendas em relação ao mês anterior, garantindo ao estado a 3ª posição no ranking nacional e superando grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio PMC, divulgada hoje pelo IBGE.
Esse resultado reverte a queda brusca de -4,0% observada no fechamento do ano anterior. Comparado ao início da série na tabela (fevereiro de 2025, que teve alta de 4,5%), o crescimento atual mostra-se ligeiramente superior, indicando um início de ano aquecido para o setor varejista amazonense.
Nesta comparação interanual, janeiro de 2026 registrou um crescimento de 0,9% em relação a janeiro de 2025. Embora o número seja positivo e interrompa uma sequência de quatro meses de taxas negativas (setembro a dezembro), ele é significativamente menor que o crescimento de 7,7% registrado em fevereiro de 2025, sugerindo uma base de comparação mais moderada ou uma desaceleração no ritmo de expansão anual ao longo do tempo.
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Foto: Reprodução/Google
A média móvel trimestral também sinalizou uma reversão positiva, saltando de -1,54% em dezembro para 0,35% em janeiro, o que indica um cenário de otimismo gradual e a possível normalização da confiança do consumidor na região para os próximos meses. Os dados da Pesquisa Mensal de Comércio de janeiro de 2026 revelam um cenário de crescimento predominante no país, com Pernambuco e Rondônia liderando o ranking nacional com uma variação positiva de 5,5%, seguidos de perto pelo Amazonas, que ocupa a expressiva 3ª posição com uma alta de 4,8%, consolidando-se no grupo de elite do desempenho varejista no início do ano.
No extremo oposto da tabela, os resultados negativos foram mais acentuados na Bahia, que registrou a maior queda (-1,4%), acompanhada por Alagoas e Minas Gerais, ambos com retração de -0,4%. A posição do Amazonas é de destaque não apenas regional, mas nacional, superando centros econômicos de grande porte como São Paulo (0,9%) e Rio de Janeiro (1,1%), o que indica uma possível retomada do consumo local, embora ainda seja muito cedo para a definição.
Fonte: com informações Acrítica
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