No mesmo registro, as três suspeitas aparecem correndo e entrando em um táxi para deixar o local.
Dois universitários britânicos denunciaram à Polícia Civil do Rio de Janeiro terem sido dopados e roubados após conhecerem três mulheres em uma roda de samba na Lapa. O caso, que teria ocorrido na madrugada de quinta-feira, 8, resultou em um prejuízo estimado em R$ 110 mil.
Segundo os relatos, os jovens conheceram as suspeitas na noite de quarta-feira, 7, e seguiram com elas para bares na Zona Sul. Já em Ipanema, uma das vítimas recebeu uma caipirinha oferecida por uma das mulheres e, após beber, perdeu a consciência. Imagens feitas por uma testemunha mostram o momento em que um dos rapazes, visivelmente desorientado, cambaleia antes de cair na areia da Praia de Ipanema. No mesmo registro, as três suspeitas aparecem correndo e entrando em um táxi para deixar o local.
As vítimas foram socorridas e encaminhadas para a UPA de Copacabana, onde recobraram a consciência horas depois, ainda sob efeito da substância. Ao retornarem ao estado de alerta, perceberam que seus celulares — um iPhone 16 e um iPhone 14 — haviam sido levados, além de terem identificado uma transferência bancária não autorizada de 16 mil libras (cerca de R$ 110 mil).
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A Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat) identificou as suspeitas como Amanda Couto Deloca, 23 anos, Mayara Ketelyn Américo da Silva, 26 anos, e Raiane Campos de Oliveira, 27 anos. A polícia apurou que elas atuam em pontos turísticos como Lapa, Pedra do Sal, e bares de Copacabana, Ipanema e Leblon.
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A delegada Patrícia Alemany destacou que Raiane já havia sido presa no ano passado pelo mesmo crime, ficando seis meses na cadeia, mas voltou a praticar golpes semelhantes.
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Fotos: Reprodução/Internet
“Fazemos um alerta a turistas que venham ao Rio. Tomem cuidado ao conhecer pessoas na rua, não bebam no mesmo copo, principalmente na madrugada. Elas se aproveitam de pessoas que estão se divertindo para aplicar os golpes”, alertou a delegada. As suspeitas foram reconhecidas pelas vítimas por meio de vídeos publicados nas redes sociais, onde aparecem ao lado dos turistas. Elas residem no Complexo do Chapadão, Zona Norte do Rio. A investigação segue em andamento para localizar e prender as envolvidas.
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