O polímero de cristal líquido criado por Kwolek é cinco vezes mais forte que o aço, mais leve e apresenta bom desempenho em altas temperaturas
Stephanie Kwolek, em 1946, tornou-se bacharel em química pela Universidade Carnegie Mellon e recebeu o convite de Hale para trabalhar na DuPont, onde permaneceu até se aposentar, graças ao seu extenso trabalho em polímeros.
Kwolek se tornou química na empresa DuPont Experimental Station, Wilmington, Delaware, trabalhava no desenvolvimento de novos materiais para pneus, mais resistente que o aço, quando em 1965 inventou o Kevlar, material mais resistente que o aço, uma fibra polimérica ultra forte e extremamente leve.
Stephanie estava trabalhando com polímeros de cadeia estendida e ricos em benzeno, como o poli-p-fenileno tereftato e polibenzamida, de difícil dissolução. Finalmente encontrou um solvente adequando, mas a solução precisava ser aquecida à cerca de 200ºC.
Veja também

Mariangela Hungria é a primeira brasileira a ganhar o 'Nobel da agricultura'
Rafaella De Bona cria absorvente biodegradável chamado Maria
A solução obtida era distinta de uma solução típica de polímeros, próximas a um xarope, a solução obtida por Kwolek era aguada e opalescente, isso fez com que o responsável pela fiação se recusasse à fia-la.
Crente que aquela solução era um novo material, Stephanie Kwolek filtrou a solução, mas ainda houve recusa, quando pediu para fiar. Alguns dias depois, o responsável pela fiação, resolveu fiar a solução aguada e para surpresa ela girou, o fio era muito forte e muito duro, diferente de qualquer material já visto.
(757).jpeg)
Fotos: Reprodução/Google
O polímero de cristal líquido criado por Kwolek é cinco vezes mais forte que o aço, mais leve e apresenta bom desempenho em altas temperaturas, contudo perde propriedades em contato com água ou umidade. Hoje, o Kevlar é usado em coletes à prova de balas, em roupas esportivas e em pneus resistentes a furos.
Fonte: com informações INBEC
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.