04 de Maio de 2026

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Manaus - 13/06/2025

Sejusc e Defensoria acompanham retorno de criança de dois anos de idade trazida ilegalmente a Manaus

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Foto: Alex Pazuello/Secom

A criança voltou ao Sudeste na tarde desta quinta-feira, 12/06

A Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) e a Defensoria Pública do Estado do Amazonas atuaram para garantir o retorno seguro a região Sudeste, nesta quinta-feira, 12/06, de uma criança de dois anos de idade que foi trazida a capital amazonense por um homem, que não teve a identidade ou grau de parentesco revelado, sem a autorização legal da mãe.

 

O caso ocorreu há, aproximadamente, um mês e, na quarta-feira, 11/06, a Sejusc foi acionada, por meio da Secretaria Executiva de Direitos da Criança e Adolescente (Sedca), para dar assistência à criança.

 

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A criança é brasileira, filha de mãe venezuelana, que reside em uma cidade mineira. “A Sejusc, como parte da rede proteção de crianças e adolescentes, está atuando para promover esse reencontro familiar e fazer esse apoio do traslado, com a equipe técnica, um psicólogo, que vai acompanhar a criança desde o abrigo até o reencontro com a família, na residência, e o referenciamento para rede de proteção local, em Minas Gerais”, destacou a secretária executiva de Direitos da Criança e Adolescente, Rosalina Lôbo.

 

Segundo a defensora pública do Estado do Amazonas, Kanthya Miranda, a criança teria sido retirada abruptamente do lar da mãe e trazida a Manaus por um terceiro.

 

 

“Recebemos essa demanda da Defensoria Pública de Minas Gerais para que fosse cumprida uma carta precatória, que foi uma decisão do juiz daquele Estado para fazer a busca e apreensão, ou seja, a recaptura da criança e recondução ao seio materno”, explicou.

 

Conforme o psicólogo da Gerência de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente (GPDCA) da Sejusc, Eduardo Machado, a pasta foi acionada pelo Poder Judiciário de Minas Gerais, que determinou o resgate. “Conseguiram encontrar a criança e a trouxeram ao Saica (Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes). Nós fizemos esse primeiro acolhimento, essa entrevista, para que nós pudéssemos nos familiarizar com o caso e conhecer a criança”, afirmou Machado.

 

Secretária executiva de Direitos da Criança e Adolescente,

Rosalina Lôbo (Fotos: Alex Pazuello/Secom)

 

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O gerente da Sedca embarcou com a criança rumo ao encontro da genitora. “A Defensoria Pública de Minas Gerais estará conosco, acompanhando a entrega dessa criança à mãe. Chegando lá, nós vamos até a residência delas para saber se está tudo certo, se a criança vai estar estável na estrutura, e fazer alguns vínculos, alguns contatos, com a rede de proteção de Minas Gerais para posterior acompanhamento”, acrescentou o servidor da Sejusc. 

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