01 de Maio de 2026

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Internacional - 11/10/2025

Reféns israelenses devem começar a ser libertados na segunda-feira de manhã

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Foto: Reprodução/Google

Dirigente do grupo terrorista Hamas confirmou data em entrevista a agência de notícias. No mesmo dia, líderes de 20 países vão se encontrar no Egito para finalizar acordo sobre o conflito.

O grupo terrorista Hamas anunciou que a libertação dos 48 reféns ainda mantidos em Gaza terá início na manhã desta segunda-feira, 13, no horário local, marcando o primeiro passo de um acordo histórico de cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos. A informação foi confirmada pelo dirigente Osama Hamdan à agência AFP, que destacou que a troca envolverá prisioneiros palestinos detidos por Israel.

 

Segundo os termos do pacto, Israel se compromete a libertar cerca de 2 mil prisioneiros palestinos assim que os sequestrados retornarem de Gaza. O acordo, firmado após intensas negociações, representa a primeira fase de um plano de paz que busca encerrar um dos conflitos mais devastadores do século.

 

Na segunda-feira, líderes mundiais se reúnem em Sharm el-Sheikh, no Egito, para consolidar o acordo e discutir os próximos passos rumo à estabilidade na região. Mais de 20 chefes de Estado devem comparecer, entre eles Donald Trump e Emmanuel Macron. O governo egípcio confirmou o encontro, que é visto como decisivo para o futuro de Gaza e de Israel.


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O cessar-fogo, aprovado na quarta-feira (8), deu ao Hamas o prazo máximo de 72 horas para libertar todos os reféns — vivos ou mortos. O prazo expira às 6h de segunda-feira (13), pelo horário de Brasília. No entanto, permanece uma dúvida trágica: o destino dos corpos de oito reféns desaparecidos. O Hamas afirma não saber onde estão os restos mortais e pediu mais tempo para localizá-los.

 

Em meio à tensão, a Turquia anunciou a criação de uma força-tarefa internacional, com apoio de Israel, Estados Unidos, Catar e Egito, para ajudar nas buscas pelos corpos em diferentes áreas da Faixa de Gaza.

 

Fotos: Reprodução/Google

 

O conflito entre Israel e o Hamas começou em 7 de outubro de 2023, quando os terroristas lançaram um ataque surpresa que matou mais de 1.200 pessoas e sequestrou outras 251. Desde então, segundo dados de autoridades palestinas ligadas ao Hamas, mais de 60 mil pessoas morreram em Gaza.

 

O plano de paz, apresentado por Donald Trump e mediado por Egito, Catar e Turquia, prevê o fim dos bombardeios israelenses e uma retirada gradual das tropas da Faixa de Gaza. Nas últimas horas, as Forças de Defesa de Israel já recuaram para posições previamente acordadas com o Hamas, reduzindo a área de ocupação de 75% para 53%.


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Apesar do avanço diplomático, a incerteza ainda paira sobre o real cumprimento do acordo e o destino dos reféns que permanecem nas mãos do Hamas — um teste crucial para a credibilidade do cessar-fogo e para a tão esperada paz no Oriente Médio.


Fonte: com informações do g1

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