Quatro indivíduos foram indiciados por roubar filmagens privadas e vendê-las em um site no exterior
A polícia sul-coreana indiciou quatro pessoas por orquestrar um esquema massivo de hacking que comprometeu cerca de 120 mil câmeras de vídeo em residências e empresas. O objetivo era a obtenção e venda de filmagens de exploração sexual, um crime grave em um país já sensível à questão das "molkas" (câmeras escondidas).
Os criminosos exploraram a vulnerabilidade de câmeras IP, que costumam ter senhas de acesso simples, como combinações sequenciais de números ou caracteres repetidos.
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Foto: Reprodução/Google
Ao todo, centenas de vídeos roubados foram vendidos para um website baseado no exterior, gerando mais de US$ 36.000 (cerca de R$ 192 mil) em ativos virtuais para dois dos suspeitos.
As autoridades destacaram a gravidade do caso, especialmente porque um dos indiciados também é acusado de produzir conteúdo de exploração sexual envolvendo crianças e adolescentes, embora esse material específico não tenha sido vendido. A investigação continua e visa alcançar o operador do site e os usuários que consumiram as imagens.
Fonte: com informações Extra
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