29 de Abril de 2026

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Violência contra Mulher - 08/02/2026

Professora foi morta com faca que deu a aluno dias antes do crime

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Foto: Reprodução/ Redes sociais

Estudante diz ter usado faca entregue pela professora junto com um doce, dias antes do crime. Polícia apura feminicídio

A professora de Direito e escrivã da Polícia Civil Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, foi morta a facadas por um aluno dentro de uma sala de aula do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), em Porto Velho (RO), na noite da sexta-feira (6/2). Preso em flagrante, o estudante João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, confessou ter usado uma faca que, segundo ele, havia sido entregue pela própria docente dias antes do crime.

 

De acordo com o depoimento prestado à polícia, os dois estavam sozinhos na sala após o fim das aulas, conversando, quando o estudante teria sido tomado por um acesso de raiva e a atacado. João disse que manteve um relacionamento amoroso com a professora por cerca de três meses e que passou a se sentir “emocionalmente abalado” após perceber um distanciamento da vítima.

 

Segundo ele, a situação teria se agravado ao descobrir que Juliana pretendia retomar o relacionamento com o ex-marido. A faca usada no ataque teria sido entregue por Juliana junto com um doce e colocado em uma vasilha que ela teria levado para ele alguns dias antes. A arma foi encontrada no local do crime e recolhida pelos policiais.

 

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Juliana foi atingida por golpes na região do tórax, com perfurações na altura dos seios, além de um corte profundo no braço direito. Ela chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.

 

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Fotos: Reprodução/ Redes sociais

 

Após o ataque, João tentou fugir, mas foi contido por outro aluno da instituição, que é policial militar. O PM relatou ter ouvido gritos e barulho de cadeiras quebrando em uma sala próxima e, ao entrar no local, encontrou a professora ferida e o suspeito tentando escapar. O agressor foi imobilizado até a chegada da polícia. A Polícia Civil investiga o caso como feminicídio. Celulares estão sendo analisados e testemunhas são ouvidas para esclarecer a dinâmica do crime.

 

Fonte: Com informações Metrópoles 

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