Professor foi preso no interior do Amazonas
Um professor de jiu-jítsu, de 25 anos, que não teve a identidade revelada, foi preso preventivamente na segunda-feira, 9, por suspeita de estupro de vulnerável e importunação sexual contra seis alunos, de idades entre 5 e 11 anos. O caso foi registrado no município de Humaitá (AM), A 590 quilômetros de Manaus. A prisão foi efetuada pela Delegacia Especializada de Polícia (DEP)
A delegada Wagna Costa, titular da DEP de Humaitá, afirmou que as investigações iniciaram em janeiro deste ano, quando as mães das vítimas compareceram à delegacia para denunciar o crime. O caso foi tornado público pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) durante uma coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira, 11, na delegacia geral, localizada no bairro Dom Pedro, Zona Centro-Oeste, em Manaus.
“Segundo elas, os filhos relataram que o professor de jiu-jítsu estava cometendo abusos sexuais no horário em que se reuniam para os treinos na academia de jiu-jítsu, que fica localizada na residência do autor. O homem costumava levar as vítimas para dormir na sua casa também”, disse a delegada.
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Conforme a delegada, as vítimas são do sexo masculino e, inicialmente, foram ouvidas três delas. “Em escuta especializada, os meninos afirmaram que o professor praticava atos libidinosos e pedia que não contassem para ninguém. Além disso, eles apontaram mais duas crianças que também teriam sofrido abusos por parte do autor”, declarou.
Em coletiva de imprensa na capital amazonense, o diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), delegado Paulo Mavignier, disse que a divulgação é importante para que outras vítimas possam procurar a delegacia e fazer denúncias para que ele seja responsabilizado na totalidade dos seus crimes.
“Um fato importante é que a postura do professor foi detectada por uma mãe quando ela conversou com os seus filhos sobre os sinais de abuso sexual. Na ocasião, os irmãos se entreolharam de uma forma estranha e a genitora percebeu e a profundou a conversa, sendo possível descobrir sobre as práticas do professor”, contou o delegado.
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Fotos: Reprodução/Google
O delegado reforçou que é importante que os pais conversem frequentemente com os seus filhos, os ensinem sobre os limites que um adulto deve ter com uma criança ou com um adolescente, e expliquem a eles sobre os sinais de violência sexual.
Fonte: com informações da Revista Cenarium
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