?Não podemos permitir que ações que atentam contra a democracia sejam esquecidas ou perdoadas sem as devidas consequências. A integridade do nosso Estado Democrático de Direito depende da firmeza com que tratamos aqueles que buscam desestabilizá-lo?, decl
O Portal Mulher Amazônica, sob a liderança firme de sua idealizadora Maria Santana Souza, manifesta publicamente sua posição contrária à concessão de anistia aos envolvidos nos atos antidemocráticos ocorridos no dia 8 de janeiro de 2023, em Brasília. O episódio, marcado por invasões e vandalismo em instituições da República, representou um grave atentado ao Estado Democrático de Direito, colocando em risco a estabilidade institucional e a segurança nacional.
“Não podemos permitir que ações que atentam contra a democracia sejam esquecidas ou perdoadas sem as devidas consequências. A integridade do nosso Estado Democrático de Direito depende da firmeza com que tratamos aqueles que buscam desestabilizá-lo”, declarou Maria Santana.
A posição do Portal Mulher Amazônica reflete o sentimento da maioria dos brasileiros. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, divulgada em dezembro de 2024, 62% da população rejeita a ideia de anistiar os responsáveis pelos atos golpistas de 8 de janeiro. O levantamento mostra que a sociedade está atenta, vigilante e exige responsabilização à altura da gravidade dos crimes cometidos.
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Anistia é um ato jurídico coletivo, concedido por meio de lei aprovada pelo Congresso Nacional, que extingue as consequências penais de certos crimes — em especial os de natureza política. Diferentemente do indulto e da graça presidencial, que são individuais, a anistia se aplica a grupos de pessoas e tem como efeito “apagar” os registros legais do crime, como se ele não tivesse ocorrido.
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Isso significa que os beneficiados deixam de ter antecedentes criminais, e em eventuais novos processos, não podem ser considerados reincidentes.
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Embora historicamente usada em momentos de transição — como na Lei da Anistia de 1979, que perdoou crimes políticos do período da ditadura militar — sua aplicação em contextos que envolvem violência, destruição e ameaça à democracia é extremamente controversa.
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A discussão sobre anistiar ou não os envolvidos nos atos de 8 de janeiro extrapola o campo jurídico e alcança o debate ético, político e social. Perdoar crimes que atentam contra a ordem democrática pode representar uma afronta às vítimas e um risco à estabilidade institucional, além de abrir precedentes perigosos para novos ataques.
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O Portal Mulher Amazônica acredita que a impunidade incentiva a reincidência. Para Maria Santana: “Anistiar golpistas seria dar um recado errado à sociedade e às futuras gerações, atacar a democracia e sair impune”.

O Portal reafirma seu papel como veículo de comunicação comprometido com a defesa dos direitos humanos, da justiça social e da democracia. Desde sua criação, tem dado voz a mulheres da Amazônia e de todo o país que lutam por equidade, liberdade e dignidade.
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Fotos: Reprodução/Google
“Vamos continuar vigilantes e atuantes, denunciando injustiças e apoiando todas as iniciativas que promovam uma cultura de paz, respeito às instituições e valorização da democracia. Anistiar golpistas não é um caminho aceitável em uma nação que deseja ser verdadeiramente democrática”, conclui Maria Santana.
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