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Saúde - 30/10/2021

Por que a maioria das vacinas se toma na infância? Entenda a importância

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Foto: Reprodução

A vacinação é uma ação preventiva essencial para reduzir a mortalidade por doenças imunopreveníveis, em sua maioria graves e fatais

É fato: as vacinas ajudam a aumentar a longevidade e melhorar a qualidade de vida. Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), em dois séculos, a vacinação conseguiu aumentar a expectativa de vida em cerca de 30 anos1. Afinal, ela é capaz de diminuir e erradicar a circulação de algumas doenças infecciosas que podem levar a complicações graves e até à morte1.

 

Bebês merecem ainda uma atenção especial, pois eles contam com o sistema imunológico imaturo, com as defesas imunológicas ainda em formação1. Por isso, a maioria das vacinas é aplicada durante a infância, para proteger esse grupo o mais rápido possível. Assim, o sistema imune é estimulado a produzir anticorpos específicos para esses agentes infecciosos desde cedo1, favorecendo um crescimento e desenvolvimento saudável das crianças3.

 

Os efeitos da vacinação são notórios! Em 22 anos, o índice de mortalidade infantil do Brasil caiu 77%. A redução de mortalidade por doenças imunopreveníveis também foi percebida na população adulta e idosa, gerando um impacto positivo na qualidade e na expectativa de vida1.

 

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E para que a vacina continue tendo ação positiva na saúde pública, reduzindo ou eliminando os casos de doenças altamente contagiosas, é essencial manter a vacinação das crianças em dia2. O calendário da SBIm estabelece que, até o primeiro ano de vida, a criança deve receber as seguintes vacinas4:

 

BCG (tuberculose1)
Hepatite B
Tríplice bacteriana
Hib
Poliomielite
Rotavírus
Pneumocócicas conjugadas
Meningocócica B
Influenza
Poliomielite oral
Hepatite A
Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)
Varicela (catapora).

 

Apesar da quantidade de imunizantes, o sistema imunológico da criança não fica sobrecarregado, e é capaz de lidar com todas essas vacinas tranquilamente.

 

Importância da vacinação

 

Mesmo com todos os benefícios da vacina, a cobertura vacinal está em queda no Brasil, especialmente durante a pandemia. De acordo com um levantamento do IBOPE, 29% dos pais suspenderam a vacinação dos filhos com o início da pandemia da COVID-195.

 

Ao adiar a vacinação, a vulnerabilidade da criança aumenta2 e, consequentemente, o risco de casos de doenças reduzidas ou erradicadas ressurgirem também. Isso porque quanto maior a quantidade de pessoas vacinadas, menor é a chance das não vacinadas adoecerem1.

 

Esse efeito pode ser chamado de proteção coletiva, ou "de rebanho", e acontece quando o indivíduo vacinado não transmite a doença para aqueles que ainda não foram imunizados por uma série de motivos, como: por questões de idade, por possuírem algum problema que impeça a vacinação ou porque não atingiram os níveis ideais de anticorpos, e, portanto, não estão devidamente imunizados1.

 

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Manter a carteirinha de vacinação em dia é essencial para o controle ou erradicação de determinadas doenças em uma comunidade1. Por isso, e para proteção individual, é de extrema importância levar os bebês para vacinar conforme o calendário de vacinação previsto no País e, claro, a orientação do pediatra. Afinal, quem ama, vacina. 

 

Fonte: Minha Vida

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