04 de Maio de 2026

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Violência contra Mulher - 30/06/2025

Polícia mira quadrilha que compartilhava fotos íntimas de meninas e mulheres na internet e forçava vítimas a automutilação

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Foto: Reprodução/Google

Operação acontece em 8 estados. De acordo com as investigações, crimes eram cometidos contra meninas e mulheres com idades entre 11 e 19 anos.

Quatro pessoas foram presas nesta segunda-feira, 30, em uma operação da Polícia Civil contra uma quadrilha que compartilhava imagens íntimas de vítimas nas redes sociais. Os crimes eram cometidos contra meninas e mulheres com idades entre 11 e 19 anos.

 

A ação é comandada pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A operação acontece em 21 cidades de 8 estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia, Amazonas, Goiás, Piauí e no Distrito Federal.

 

No Rio de Janeiro, os mandados foram cumpridos nas cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu. Os policiais ainda tentam cumprir um mandado de prisão.Ao todo, os investigadores também buscam cumprir 32 mandados de busca e apreensão.

 

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Foto: Reprodução/Google

 

Todos os alvos da operação são homens maiores idade que são investigados por crimes sexuais, tortura, ameaça, misoginia e racismo.Um dos presos é Pedro Henrique Silva Lourenço que, de acordo com a polícia, é suspeito de aliciar as vítimas, que eram obrigadas a participar de “desafios” nos quais eram obrigadas a se automutilar. Quem não cumpria tinha imagens íntimas divulgadas.

 

Ele foi questionado, mas preferiu não se manifestar. Também foram presos: Gustavo Barbosa da Silva e João Vitor França de Souza. Vitor Bruno Tavares, que já estava preso, teve a prisão convertida de temporária para preventiva. O ponto de partida das investigações foi uma denúncia feita pela mãe de uma menor de 16 anos em abril deste ano. Ela procurou a Deam para denunciar que a adolescente teve imagens íntimas expostas nas redes sociais.

 
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Os agentes investigaram e descobriram a existência de um grupo criminoso que fez o mesmo com dezenas de mulheres em vários pontos do país. Os policiais afirmam que o grupo tinha um acervo de 80 mil arquivos contendo vídeos, fotos e conversas com cunho íntimo que foram expostos. 

 

Fonte: com infomações G1

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