Esse é o cálculo de quanto as quadrilhas perderam nas ações da corporação, conforme balanço apresentado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública
O crime organizado teve um prejuízo de R$ 5,6 bilhões, no ano passado — 70% a mais em relação a 2023, quando as perdas chegaram a R$ 3,3 bilhões. Os números são do balanço da atuação da Polícia Federal apresentados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, ontem.
Segundo o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, os valores contabilizados incluem bens confiscados das organizações criminosas — como aeronaves, veículos, jóias, imóveis e dinheiro vivo. Conforme salientou, ao longo de 2024, a PF cumpriu dois mil mandados de busca e apreensão e efetuou mais de mil prisões.
Em relação ao tráfico, Andrei informou que foram apreendidas 74,5 toneladas de drogas no ano passado, um aumento em relação às 72,5 toneladas de 2023. Sobre o controle de armas de fogo, os dados do levantamento mostram a apreensão de 2.741 peças em 2024 — redução de 40,8% em comparação às 4.713 recolhidas no mesmo período anterior.
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No caso das apreensões de munição, houve aumento de 9,7% no ano passado, em comparação com 2023. Especialistas afirmam que a flexibilização no acesso a armas aumenta o risco de que esses artefatos parem nas mãos de organizações criminosas.
A revisão da flexibilização do acesso a armas foi uma das primeiras medidas tomadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao assumir o mandato, em janeiro de 2023. No fim de 2024, o governo reeditou o decreto, criando uma outra categoria para aqueles que têm acesso a armas de fogo — a de atirador de alto rendimento — e fixou novas regras para clubes de tiro.
Além da queda no registro desses artefatos, houve a redução de 30% na quantidade de emissões de porte para uso pessoal — foram 1.727.Em relação ao tráfico, Andrei informou que foram apreendidas 74,5 toneladas de drogas no ano passado, um aumento em relação às 72,5 toneladas de 2023. Sobre o controle de armas de fogo, os dados do levantamento mostram a apreensão de 2.741 peças em 2024 — redução de 40,8% em comparação às 4.713 recolhidas no mesmo período anterior.
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No caso das apreensões de munição, houve aumento de 9,7% no ano passado, em comparação com 2023. Especialistas afirmam que a flexibilização no acesso a armas aumenta o risco de que esses artefatos parem nas mãos de organizações criminosas. A revisão da flexibilização do acesso a armas foi uma das primeiras medidas tomadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao assumir o mandato, em janeiro de 2023. No fim de 2024, o governo reeditou o decreto, criando uma outra categoria para aqueles que têm acesso a armas de fogo — a de atirador de alto rendimento — e fixou novas regras para clubes de tiro.
Além da queda no registro desses artefatos, houve a redução de 30% na quantidade de emissões de porte para uso pessoal — foram 1.727.Andrei salientou, ainda, o fortalecimento da repressão aos crimes ambientais, com a abertura de 5.690 investigações e o indiciamento de 1.322 pessoas. "Temos uma fronteira entre Brasil e Bolívia, por exemplo, com mais de 3.400 km de extensão. Foram feitas 402 operações, algumas de forma integrada. A PF está realizando muitas ações com cooperação internacional", frisou.
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Fotos: Reprodução/Google
Não houve o detalhamento de quantos inquéritos foram instaurados e quantos indiciamentos em 2023. Mas, na coletiva de imprensa após a apresentação dos dados, o diretor de Amazônia e Meio Ambiente da PF, Humberto Freire, afirmou que houve aumento. O diretor-geral acrescentou que a PF intensificará, a partir de abril, ações de prevenção relativas ao combate aos incêndios florestais. Andrei explicou que haverá fortalecimento nas investigações e será formada um força-tarefa para impedir que criminosos ambientais já identificados voltem a praticar os mesmos delitos.
Para o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, "o atual governo tem uma política de desarmar a população, ou seja, de dificultar não só o registro, como porte. Nós imaginamos que o cidadão comum, o civil, não precisa nas situações normais cotidianas usar armas".
Fonte: com informações Correio Braziliense
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