Polícia Federal cumpriu mandado de busca pessoal e apreensão do celular do ex-assessor do gabinete do ministro do STF
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou em despacho na quinta-feira, 22, que o vazamento de informações referente às investigações conduzidas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes teve o intuito de colocar sob suspeita sua condução processual.
A manifestação que contém o posicionamento de Paulo Gonet faz parte do pedido solicitado pela Polícia Federal para realizar busca e apreensão do celular de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do gabinete de Moraes. Segundo Gonet, a busca e apreensão é necessária para identificação dos autores do vazamento.
"Na espécie, o vazamento seletivo de informações protegidas por sigilo constitucional, recentemente publicizado por meio de veículos de comunicação, teve o nítido propósito de tentar colocar em dúvida a legitimidade e a lisura de importantes investigações que seguem em curso no Supremo Tribunal Federal", disse Gonet na manifestação.
Veja também
.jpeg)
Expectativa de vida sobe para 76,4 anos no Brasil, após queda durante a pandemia
.jpg)
Foto: Reprodução Google
De acordo com o procurador-geral da República, o vazamento das informações foi uma "estratégia para incitar a prática de atos antidemocráticos e tentar desestabilizar as instituições republicanas".
Tafliaferro foi ouvido pela Polícia Federal em São Paulo na quinta-feira, mas negou que tenha vazado as mensagens referentes ao ministro Alexandre de Moraes.
Fonte: com informações do Portal Terra
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.