04 de Maio de 2026

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Internacional - 21/06/2025

Ordem judicial impede Trump de proibir matrícula de estrangeiros em Harvard

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Foto: Reprodução/Google

Harvard, que havia se negado a acatar as medidas cautelares do governo americano, conseguiu nos tribunais a suspensão temporária das medidas voltadas aos estudantes estrangeiros, por considerá-las ilegais e inconstitucionais

Uma juíza federal suspendeu indefinidamente na sexta-feira, 20, a tentativa de Donald Trump de barrar as matrículas de estudantes estrangeiros na Universidade de Harvard, enquanto o presidente americano anunciou um possível "acordo" com o prestigiado centro de ensino.

 

Harvard, que havia se negado a acatar as medidas cautelares do governo americano, conseguiu nos tribunais a suspensão temporária das medidas voltadas aos estudantes estrangeiros, por considerá-las ilegais e inconstitucionais. Nesta sexta, a juíza federal Allison Burroughs, que já havia prorrogado a suspensão, decidiu prorrogá-la indefinidamente.

 

Contudo, após semanas de disputas, Donald Trump pareceu tentar acalmar os ânimos ao afirmar em sua rede Truth Social que seu governo e a universidade mantêm conversas que poderiam resultar em "um acordo por volta da próxima semana". Se for assim, será um "acordo histórico e muito bom para o nosso país", escreveu.

 

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A universidade mais antiga dos Estados Unidos provocou a ira de Trump ao se opor a seu desejo de controlar a contratação de pessoal, o conteúdo dos programas e as orientações dos programas de pesquisa. O presidente republicano criticou os centros universitários em particular por suas políticas de promoção da diversidade e por permitir a proliferação de manifestações contra a guerra de Israel na Faixa de Gaza, que ele compara com "antissemitismo".

 

Após congelar cerca de 3,2 bilhões de dólares (R$ 17,5 bilhões) em subsídios e contratos federais, o governo americano intensificou sua ofensiva no fim de maio e início de junho com medidas para proibir a admissão de novos estudantes estrangeiros em Harvard. Os estudantes estrangeiros representam 27% das matrículas em Harvard, e são uma fonte importante de suas receitas e influência.

 

Fotos: Reprodução/Google

 

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Nos documentos apresentados perante o tribunal, Harvard acusa o governo de empreender uma "clara represália pelo exercício de [seu] direito da Primeira Emenda" da Constituição, que garante a liberdade de expressão. Por isso, a universidade rejeita "as exigências do Governo de controlar sua governança, seu plano de estudos e a 'ideologia' de seu corpo docente e de seus estudantes".

 

Fonte: com informações do Portal Correio Braziliense 

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