15 de Abril de 2026

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Geral - 14/03/2022

OPINIÃO: E a esperança, essa velha companheira de luta?

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Foto: Reprodução

2022 é um ano decisivo para nosso povo

Já se passaram muitos anos e continuo insistindo na vida.


Descobri um jeito de viver: lutar.

 

Não me acovardei. Não me venci pelo medo.

 

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As ameaças sempre serão muitas, mas nunca me farão recuar.


Já não tenho mais tempo para voltar atrás. O tempo que me resta é para avançar.

 

Se não der, não será por omissão, mas pelo tempo que não deu.

 

Vou pra cima.

 

O sentimento de revolta alimenta minha consciência.


Se sofro, luto.


Se choro, luto.


Se amo, não vou parar de lutar.

 

É assim que será.


Os fascistas não terão sossego. Vamos derrotá-lo com a força da democracia e da participação popular.

 

O Brasil afunda perversamente. Mais gente passando fome, morando na rua, sofrendo com o abandono. É duro ver isso. Dói.

 

Mas minha dor me faz mais humano, mais solidário. Não me imobiliza. Da dor de quem sofre faço a luta contra quem causa a dor.

 

2022 é um ano decisivo para nosso povo. Se continuar, o sofrimento aumentará. Se mudar para melhor, a esperança virá junto. Trata-se de uma escolha. Um movimento errado e não haverá mais tempo claro, só escuridão.

 

Já não temos como esperar. O amanhã é hoje.

 

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**Lúcio Carril é sociólogo, ex-secretário executivo da Secretaria de Política Fundiária do Estado do Amazonas, ex-delegado federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário e especialista em gestão e políticas públicas pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

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