Por isso, seu objetivo é mudar esses números
O que aconteceu com o cérebro do Bryan? Esse foi o questionamento que incentivou a empresária e mãe Sandra Sobral a deixar seu trabalho, estudar neurociência e fundar o Instituto Geração Amanhã (IGA).
Depois de adotar o garoto em um abrigo do Paraná e perceber as sérias dificuldades cognitivas e emocionais que ele apresentava por ter crescido longe do ambiente familiar, a empresária decidiu trabalhar em prol de 50 mil crianças do Brasil que vivem nas condições em que seu filho viveu.
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Foto: Reprodução/Google
Essas crianças são retiradas de suas famílias por sofrerem abusos, negligência ou abandono, e quase 95% delas são mantidas em abrigos enquanto a Justiça decide se voltarão para casa ou seguirão para adoção. “Só que esses processos demoram muito e a criança vai crescendo sem uma família que a ame e a ajude a se desenvolver. Isso traz sérios danos neurológicos”, afirma Sandra.
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Por isso, seu objetivo é mudar esses números. Como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que a inclusão “em programas de acolhimento familiar terá preferência em relação ao acolhimento institucional” (art. 34, parágrafo 1º), o Instituto Geração Amanhã trabalha para expandir esse serviço no Brasil.
Fonte: com informações do Portal Gazeta do Povo
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