Mary foi, acima de tudo, uma grande individualista.
“A liberdade é a mãe da virtude; se as mulheres forem naturalmente escravas, e não puderem respirar o revigorante ar da liberdade, então elas deverão ser eternamente desprezadas como seres exóticos, como belas falhas da natureza” – Mary Wollstonecraft
Mary foi, acima de tudo, uma grande individualista. Nascida em Londres em 1759, escreveu livros sobre educação, liberdade e feminismo. Ela defendia que homens e mulheres deveriam receber o mesmo tipo de educação, contrapondo ao pensamento coletivista de Rousseau, que explicitamente sustentou que a educação feminina deveria ter como propósito único ensinar a servir ao marido.
Amiga do liberal Thomas Paine, ela acompanhou a Revolução Francesa perto, ao lado dos Girondinos. No entanto, quando o autoritarismo Jacobino prevaleceu e a luta por um tratamento igualitário entre os sexos foi esquecida pelos revolucionários, Mary não apenas abandonou o movimento como escreveu sua mais importante obra: Uma Reivindicação pelos Direitos da Mulher, onde sustenta que mulheres são plenamente capazes de viver e empreender sem a intervenção masculina ou estatal, pleiteando em consequência o direito ao voto.
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Foto: Reprodução/Google
Talvez o valor mais importante que Mary Wollstonecraft tenha a nos ensinar seja a persistência. Durante toda sua vida foi hostilizada e odiada por defender que uma sociedade na qual somente os homens têm liberdade não é uma sociedade plenamente livre. Sua história também nos faz lembrar das verdadeiras raízes do feminismo: a Vida, a Liberdade e a Propriedade.
Fonte: com informações do Portal Students For Liberty
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