Jogadores seguem em bunker de hotel em Kiev e pedem ajuda ao governo brasileiro
Os jogadores brasileiros que estão em Kiev, capital da Ucrânia, fizeram neste sábado um novo apelo ao governo brasileiro para deixar o país . Junto com familiares, ele continuam em um bunker improvisado no Hotel Ópera, que é no caminho para o Palácio Mariyinsky, na margem do Rio Dniepre.
Entre eles, são 12 do Shakhtar Donetsk e dois do Dínamo de Kiev, além de familiares. O único que não está é Alan Patrick, que viajou ao Brasil por conta de uma cirurgia antes da Rússia invadir o país.
Na última sexta, os jogadores se recusaram a pegar um trem para Chernivtsi, no oeste do país, por falta de segurança. Eles alegam que teriam que andar cerca de 52 quilômetros de madrugada para chegar na Romênia, após eventual desembarque na cidade de Chernivitsi. A Rússia invadiu o país do Leste Europeu na manhã de quinta-feira.
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A solução foi proposta pelo Itamaraty, que colocou uma estação em Kiev como ponto de partida e sem a necessidade de comprar bilhetes. Por outro lado, o governo brasileiro informou que a "segurança do local é instável".

Foto: Reprodução
Vitinho, ex-atacante do Athletico, afirmou ao ge que os clubes e a embaixada seguem sem entrar em contato com eles.
- Começou o bombardeio e nos avisaram que vai ter bastante confronto nas ruas. A gente não pegou esse trem, continuamos no hotel - finalizou.
Fonte: Portal Globo Esporte
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