04 de Maio de 2026

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Ciência e Tecnologia - 27/04/2025

Isaac Newton previu o fim do mundo e a data está se aproximando

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Foto: Reprodução/Google

Durante uma reflexão, Newton fez uma previsão apocalíptica para o ano de 2060, detalhada em uma carta de 1704

Os estudos de Isaac Newton não se limitaram apenas às contribuições fundamentais à física, matemática e astronomia — especialmente pelas leis do movimento e da gravitação universal, pois o físico também teve interesse ao longo de sua vida em se aprofundar em questões teológicas com estudos bíblicos. Durante uma reflexão, Newton fez uma previsão apocalíptica para o ano de 2060, detalhada em uma carta de 1704. Apesar de não parecer um ano tão próximo de nós, conforme a modernidade avança, a sensação de tempo e espaço ficam cada vez mais perto.

 

Em sua teoria, baseada em cálculos astronômicos, o matemático tentou interpretar as passagens bíblicas sob uma lente contemporânea, adicionando contornos tecnológicos. Dessa maneira, Newton pensou que “pragas devastadoras” poderiam ser interpretadas como ciberataques em escala global, em forma de vírus digitais incontroláveis que paralisariam infraestruturas críticas, da energia às finanças.

 

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Entenda melhor as previsões de fim de mundo de Isaac Newton

 

 

Suas cartas com essas previsões estão guardadas e preservadas na Biblioteca Nacional de Israel, no qual é possível ler que, na sua opinião, o fim do mundo não seria um colapso total, mas sim o fim de um era dentro de um novo período divino, com o retorno de Cristo e a restauração da verdadeira fé.

 

Além de ressaltar a ideia de conflitos tecnológicos, Newton também reforçou a possibilidade de ocorrer no futuro um conflito bélico com nações brigando por no ciberespaço, com potencial para causar destruição massiva no mundo físico. Diante dessas guerras e o uso de tecnologias para ter força, poderiam simbolizar o declínio de sistemas e instituições corroídos pela desinformação algorítmica, pela manipulação de dados e pela erosão da confiança digital.

 

Fotos: Reprodução/Google

 

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Em seus estudos, Newton teve como base principal o livro de Daniel (capítulo 12), onde se fala de um período de “tempo, tempos e metade de um tempo”, e de 1290 e 1335 dias. Ele interpretava esses “dias” como anos proféticos.

 

Fonte: com informações do Portal Diario do Comercio 

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