Agressor estava internado em uma clínica de reabilitação após ficar dois meses foragido
Jonathan Galbiatti Mira foi condenado a 10 anos e 6 meses de prisão por tortura, cácere privado, posse ilegal e disparo de arma de fogo, na última sexta-feira 24, em Mato Grosso. O empresário torturou a ex-namorada por quatro horas com golpes de uma barra de ferro.
Em sua decisão, obtida pelo portal RDNews, o juiz afirmou que Jonathan agiu por motivo torpe e estava tomado pelo ciúme. “Constata-se nos autos que o acusado praticou o crime movido por ciúmes e pelo sentimento de posse que nutre pela vítima, pois não aceitava o fato da vítima não querer reatar o relacionamento”, diz.
O magistrado também revogou a internação em uma clínica de reabilitação no Paraná e o impediu de recorrer em liberdade. Com a decisão, ele será transferido para a cadeia em Primavera do leste, em Mato Grosso.
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“Assim, considerando a periculosidade que o acusado representa para a sociedade, considerando ainda, que o regime fixado na sentença é o fechado, este não é compatível com o benefício concedido ao acusado de prisão domiciliar – internação”, afirma.
Entenda o caso

(Foto: Reprodução)
Em 19 de maio, Jhonatan e a ex-namorada estavam na mansão do empresário quando ele teria pego o celular da vítima e a forçado a lhe dar a senha do aparelho. Ao ouvir a recusa, o agressor bateu a cabeça da mulher várias vezes.
A vítima, então, teve um ataque de pânico e não conseguiu sair da casa ou pedir ajuda. Ele a torturou por quatro horas e a mulher ficou inconsciente.
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Na manhã seguinte, a ex-namorada foi para casa e os pais a levaram ao hospital. Lá, exames e uma tomografia mostraram que a jovem tinha uma mancha no cérebro em função das agressões.
Fonte: Metrópoles
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