01 de Maio de 2026

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Mulher na Política - 18/10/2025

Gleisi defende decreto de Lula que amplia poderes de Janja: 'nada de errado'

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Foto: Reprodução/Google

Norma assinada em agosto prevê que o gabinete do presidente deve prestar ?assistência? à primeira-dama em agendas

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, saiu em defesa da norma assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que amplia o acesso da primeira-dama, Janja da Silva, à estrutura do governo. O decreto foi alvo de críticas da oposição. Assinada em 28 de agosto, a norma amplia o acesso da primeira-dama aos serviços do Gabinete Pessoal da Presidência da República (GPPR), como prestação de “assistência direta e imediata” e auxílio na elaboração de agendas. Entre as novas funções do GPPR, estão “apoiar o cônjuge de presidente da República no exercício das atividades de interesse público”.

 

Nas redes sociais, Gleisi disse que “não há nada de errado, irregular e muito menos ilegal” no decreto. A ministra alega que a norma foi assinada “sem criar nenhum novo cargo ou despesa, sem ‘ampliar poderes’ de ninguém”. “Os ataques da oposição ao decreto, que está em vigor desde agosto, não passam de perseguição política e preconceito contra a companheira Janja.

 

Na ausência de propostas para o país e na falta do que fazer, inventam factoides para desviar a atenção. Força, Janja! Siga ao lado do presidente Lula e do povo brasileiro”, escreveu.O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), apresentou nesta segunda-feira (13/10) um projeto de decreto legislativo para suspender a norma. Para ele, o decreto tem o “intuito de promover a imagem dela [Janja] perante o eleitorado da esquerda e sustentar a pauta acéfala deste governo desgovernado às custas do dinheiro dos contribuintes".

 

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Foto: Reprodução/Google

 

Após as críticas, a Advocacia-Geral da União (AGU) publicou orientação normativa sobre a atuação da primeira-dama. O texto define que o cônjuge pode representar o chefe do Executivo em atividades culturais, sociais ou cerimoniais, desde que não assuma compromissos em nome do governo. No entanto, destaca que a atuação deve ser voluntária, não remunerada e submetida à prestação de contas. 

 
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Fonte: com informações O Tempo

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