Uma vez espalhadas pelas redes, o tom das publicações escalou para investidas responsabilizando pessoalmente Motta, se referindo a ele como ?inimigo do povo? e o qualificando como ?traidor?.
A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, defendeu na quarta-feira, 2, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), do que ela chamou de “ataques pessoais e desqualificados nas redes sociais”.
Gleisi disse que “debate, divergência e disputa política fazem parte da democracia”, e que não autorizam os ataques contra Motta. A declaração da ministra ocorre como uma tentativa de reaproximação em meio ao embate da queda de braço entre Planalto e Congresso envolvendo o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
Após a derrubada do decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que aumentava o IOF, o governo partiu para a estratégia do “nós contra eles”. Em uma série de publicações, governistas e aliados tentam mostrar que os mais ricos estão isolados porque 99% da população, incluindo a classe média, defende “justiça tributária”. Uma vez espalhadas pelas redes, o tom das publicações escalou para investidas responsabilizando pessoalmente Motta, se referindo a ele como “inimigo do povo” e o qualificando como “traidor”.
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Como mostrou a colunista do Estadão Vera Rosa, todos os ministros foram orientados a seguir a campanha, mesmo que o Congresso revide.
Motta já reagiu, e em recado ao Planalto divulgou um vídeo em suas redes sociais em que diz que “quem alimenta o nós contra eles acaba governando contra todos”.
Fonte: com informações Revista IstoÉ
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