A ajuda humanitária é mínima e, apesar da promessa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de concluir um acordo de cessar-fogo, a população vê poucas perspectivas de paz.
Dois anos após o ataque do Hamas ao sul de Israel, em 7 de outubro de 2023, o que se vê na Faixa de Gaza é um deserto de escombros, morte e fome. No período, dois milhões de palestinos foram deslocados diversas vezes e, atualmente, se aglomeram majoritariamente na região sul da cidade.
A ajuda humanitária é mínima e, apesar da promessa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de concluir um acordo de cessar-fogo, a população vê poucas perspectivas de paz.
Conflito começou com ataque do Hamas
Em 7 de outubro de 2023, o grupo radical islâmico Hamas atacou vilarejos israelenses através das cercas ao redor de Gaza, matando 1,2 mil pessoas, entre israelenses e estrangeiros, e fazendo 251 reféns. No dia seguinte, Israel respondeu com a Operação “Espada de Ferro” na região, em ofensiva para libertar cidadãos sequestrados que incluiu ataques aéreos até mesmo contra as áreas mais populosas.
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Após uma semana de ataques, em 13 de outubro, o Exército israelense ordenou que os moradores do norte de Gaza se mudassem para o sul, evacuando mais de um milhão de pessoas, o maior deslocamento de palestinos de suas casas.Reação de Israel se tornou mais violenta a cada mês
Em 27 de outubro, as Forças de Defesa de Israel iniciaram uma incursão terrestre, separando o norte do sul da regiao e lançando sua ofensiva mais sangrenta de todos os tempos, destruindo grandes cidades e vilarejos. Aqueles que se recusaram a evacuar testemunharam assassinatos em massa, fome e prisões.

Fotos:Reprodução/Google
A primeira trégua, mediada por Egito, Catar e Estados Unidos, ocorreu em novembro de 2023, com a libertação de um primeiro grupo de reféns em troca de centenas de palestinos detidos em prisões israelenses. Já a segunda foi anunciada no Catar em 19 de janeiro de 2025, mas Israel rompeu a trégua e retomou a guerra em 18 de março, com novos ataques a Gaza.
Entre essas duas etapas, as tropas israelenses protagonizaram atos repudiados pela comunidade internacional, como o assassinato de pessoas que buscavam alimentos e a execução da pequena Hind Rajab, presa em um carro, e dos paramédicos que tentavam alcançá-la.
Fonte: Com informações Revista IstoÉ
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