Lorraine Cutier Bauer Romeiro, que ficou conhecida no país como Gatinha da Cracolândia, admitiu neste domingo que manteve envolvimento com o tráfico de drogas entre maio e junho deste ano.
Lorraine Cutier Bauer Romeiro, que ficou conhecida no país como Gatinha da Cracolândia, admitiu neste domingo que manteve envolvimento com o tráfico de drogas entre maio e junho deste ano. Ela, no entanto, negou comandar o comércio de entorpecentes na região e ter sido ameaçada de morte pelos policiais civis.
Eu realmente estava lá. E eu estava fazendo coisas erradas (...) eu estava traficando — disse a jovem de 19 anos a TV Record.
Em sua primeira prisão, no final de junho, a Polícia Civil afirma que encontrou junto a Lorraine Bauer 4,9 gramas de cocaína, 9,9 gramas de maconha e 10 pedras de crack. A acusada, no entanto, diz que não estava com nenhuma droga no momento da prisão e que as substâncias apresentadas pelos policiais não pertenciam a ela.
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Posteriormente, quando Lorraine Bauer já estava em prisão domiciliar, no dia 22 de julho, policiais teriam ido a sua residência cumprir um novo mandado de prisão. Lá, teriam pedido a ela que entregasse drogas, que estariam escondidas. Depois, ela teria sido levada até a Cracolândia. De acordo com a Polícia Civil, no local a jovem teria indicado onde mantinha as drogas. Lorraine contradiz o relato dos policiais e sustenta que isso nunca aconteceu. Ela também afirma que as substâncias encontradas nesse dia não pertenciam a ela.
Gatinha da Cracolândia

A acusada também relata que nesse dia foi vítima de ameaças por parte dos policiais que cumpriam o mandado de prisão. Segundo seu relato, eles a teriam ameaçado de agressão e morte, além de proferirem xingamentos.
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Fotos: Reprodução / Google
Procurada pelo GLOBO, a Polícia Civil de São Paulo enviou a seguinte nota: A Polícia Civil esclarece que a mulher citada foi presa após trabalho de investigação realizado pelo 77º Distrito Policial. As provas reunidas pela equipe da unidade consubstanciaram o pedido de prisão, que foi decretado pela Justiça e ratificada durante a audiência de custódia. O inquérito policial foi relatado ao Judiciário, em agosto, e não mais retornou à unidade policial. A Corregedoria da Polícia Civil está à disposição para registrar e apurar toda e qualquer denúncia relacionada aos seus agentes.
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Lorraine é ré em três processos que correm sob segredo de Justiça: dois por tráfico de drogas e um por organização criminosa. Ela permanece em prisão preventiva na Penitenciária Feminina de Franco da Rocha, na região metropolitana.
Fonte: PortaldoZacarias
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