05 de Maio de 2026

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Violência contra Mulher - 24/01/2025

Gangue chinesa "vendia" mulheres para serem exploradas na Espanha e nos EUA

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Foto: Reprodução/Google

Autoridades chegaram a liberar "33 vítimas, uma delas menores de idade" e fecharam os prostíbulos, detalhou a polícia em um comunicado

As autoridades chegaram a liberar "33 vítimas, uma delas menores de idade" e fecharam os prostíbulos, detalhou a polícia em um comunicado. Das 30 pessoas, 13 foram detidas em Barcelona e 12 em Madri, enquanto as cinco restantes estavam em outras partes da Espanha.

 

A tríade, como são chamadas as gangues criminosas chinesas, chamada "Tian Xia She", era "uma rede particularmente violenta que não hesitava em usar armas de fogo e todo tipo de amas brancas" para ferir ou atacar "grupos rivais", indicou o comunicado.

 

Colaborando com pessoas estabelecidas em países asiáticos, a rede "aproveitava a situação de necessidade e vulnerabilidade" de mulheres jovens para enganá-las oferecendo "um futuro melhor" fora do país, quando na realidade buscavam "explorá-las no exercício da prostituição na Grécia, Espanha e EUA".

 

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Foto: Reprodução/Google

 

Algumas menores foram "vendidas" por fortunas "a chefes de outras organizações asiáticas na Espanha pelo fato de serem virgens", disse a polícia. Na Espanha, as mulheres eram obrigadas a se prostituir nas cidades de Madri, Barcelona e Zaragoza "em condições análogas a escravidão", como estar disponíveis "durante as 24 horas do dia, 7 dias da semana" até "quitar a dívida contraída" com a organização por tê-las trazido a Europa, que podia ser de 10 mil até a 20 mil euros (valor entre 61,7 e 123,4 mil reais na cotação atual), explicou.

 

A gangue se envolveu em outras atividades criminosas, como introduzir pessoas, geralmente chineses, ilegalmente e com documentos falsos na Europa, levando-os depois para a América Central e de lá para seu destino final, os Estados Unidos.

 
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Eles também recrutavam menores para vender drogas, como cetamina ou uma substância chamada "água de Deus" ou "água benta", usada como desinibidor sexual, por 300 euros a dose, acrescentou a polícia.

 

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