06 de Maio de 2026

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Internacional - 11/10/2024

Furacão Milton deixa rastro de destruição e mortes na Flórida

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Foto: Reprodução Google

Furacão Milton mata pelo menos 13 pessoas e provoca prejuízos bilionários na Flórida. Presidente Joe Biden admite que medidas emergenciais tomadas pelas autoridades salvaram vidas. Tempestade de categoria 3 produziu número atípico de tornados

Pelo menos 13 mortos, árvores arrancadas, enchentes, prejuízos estimados em US$ 50 bilhões, cerca de 3,2 milhões de pessoas sem energia elétrica e uma série de tornados mortais. Apesar de ter perdido força pouco antes de tocar o solo da Flórida, na noite de quarta-feira, 9/10, como uma tempestade de categoria 3 (na escala Saffir-Simpson, que vai até 5), o furacão Milton deixou transtornos e um rastro de destruição. Em uma das imagens mais simbólicas, grande parte do teto do Tropicana Field, estádio onde a equipe de beisebol MLB Tampa Bay Rays sedia suas partidas, foi arrancada pela força da ventania.

 

O secretário de Segurança Interna dos Estados Unidos, Alejandro Mayorkas, atribuiu as 13 mortes aos tornados — seis no condado de St. Lucie, dois em St. Petersburg, quatro no condado de Volusia e uma no condado de Citrus. Até a noite desta quinta-feira, 10/10, 340 pessoas e 49 animais de estimação tinham sido resgatados.

 

O presidente Joe Biden acredita ser cedo para avaliar os completos danos causados pelo furacão Milton, mas admitiu que as medidas tomadas para salvar vidas "fizeram a diferença". "Ainda existem condições muito perigosas na Flórida. As pessoas deveriam esperar que seus líderes as autorizem, antes de saírem de casa", acrescentou. Na manhã desta quinta-feira, Milton retornou ao Atlântico, depois de causar enchentes na costa leste da península e no coração da Flórida, como Orlando, onde os parques temáticos da Disney World permaneceram fechados por precaução.

 

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Horas antes da chegada do furacão, Biden o definiu como "a tempestade do século". Os piores prognósticos não se confirmaram. "A submersão marinha não foi tão significativa quanto foi durante o furacão Helene, há algumas semanas", disse o governador da Flórida, Ron DeSantis. Uma perda de intensidade e uma mudança de rota fizeram com que Milton não produzisse inundações tão significativas.

 

"Estamos sem energia elétrica e tentamos economizar a bateria. Há partes da cidade bloqueadas pela polícia por causa das árvores, que foram arrancadas e tombaram nas ruas. Além disso, algumas áreas estão inundadas", contou ao Correio Bella Pozo, moradora de Tampa e funcionária de um parque de diversões. "Muitas linhas de eletricidade caíram. Por isso, as autoridades avisaram as pessoas para ficarem dentro de casa, até que as ruas estejam limpas e seguras." Ela disse que conseguiu dormir depois das 2h (hora local). "Os ventos uivavam tão alto! Guardamos água e comida em caixas térmicas cheias de gelo. Então, creio que ficaremos bem por alguns dias."

 

Steve MacLaughlin, meteorologista e repórter sobre mudanças climáticas da NBC6, emissora do sul da Flórida, admitiu à reportagem que, apesar de ter avançado pelo Golfo do México como um furacão de categoria 5, Milton não se firmou como uma "tempestade histórica" para a região de Tampa Bay. "Os danos causados pelo vento e a chuva serão lembrados, principalmente ao redor da área em que ele tocou o solo. Além disso, merecem destaque os tornados provocados pelo furacão."

 

Fotos: Reprodução Google

 

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De acordo com MacLaughlin, Milton não foi tão diferente dos furacões com os quais a população da Flórida precisou se acostumar nos últimos anos. "O sistema se intensificou rapidamente, algo que não ocorria com frequência no passado. O perigo representado pelo Milton é que ele incluiu quatro fenômenos climáticos cortando a parte mais populosa de um estado densamente povoado: tempestade, ventos, chuva e o que acabou sendo a maior sequência de tornados da história da Flórida", acrescentou o meteorologista.

 

Fonte: com informações do Portal Correio Braziliense 

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