Estudo feito no Reino Unido com sete imunizantes constatou que duas vacinas tiveram melhor desempenho para dose de reforço para dose de reforço
Nesta sexta-feira (3) um estudo feito no Reino Unido com sete imunizantes constatou que Pfizer e Moderna são as melhores para aplicação de dose de reforço vacinal. A pesquisa, liderada pela Universidade de Southampton e publicada pela revista Lancet, mostra que todas as vacinas em geral aumentam a imunidade contra o coronavírus em algum nível.
Mas a Pfizer e Moderna tiveram um resultado maior como terceira dose, depois de duas doses da imunizante Oxford-AstraZeneca ou Pfizer. Essa pesquisa explica a motivação do Reino Unido escolher essas duas imunizantes como dose de reforço vacinal.
Aqui no Brasil é dito pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que a pretensão é que a maioria dos adultos sejam imunizados com Pfizer na terceira dose.
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Os estudiosos ainda dizem que observaram sinais de que os reforços podem proteger contra enfermidades causadas pela variante ômicron.
O estudo foi realizado com 3.000 adultos, ao todo foram sete imunizantes avaliadas, entre elas: Janssen, Oxford-AstraZeneca, Novavax, Valneva, CureVac.
Todas as vacinas aumentaram consideravelmente a imunização quando usadas com duas doses e foram eficientes de maneira igual em pessoas com menos ou mais de 70 anos.
Moderna e Pfizer se destacam melhor por darem maior reforço em anticorpos e células T, que são conhecidos por serem fatores importantes para o bom desempenho de imunizantes, inclusive depois de duas doses.
Pessoas que tomaram duas doses de AstraZeneca, tiveram um aumento de 30 vezes nos níveis de anticorpos, após reforço com Moderna e um aumento de 25 vezes após reforço com Pfizer.
Após duas doses de Pfizer, as mesmas imunizantes subiram os níveis de proteção máxima de anticorpos.
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Fotos: Reprodução
Também foi encontrada uma resposta motivadora de cobertura para todas as variantes do vírus, incluindo alfa, delta e a cepa original. É esperado que isso se reflita na ômicron também. Mas os pesquisadores dizem que será necessário mais tempo de estudo para saber como essa proteção reflete em doenças graves.
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Saul Faust, professor que liderou o estudo na Universidade de Southampton, enxerga como motivador o resultado da pesquisa. “É realmente encorajador que uma ampla gama de vacinas, usando diferentes tecnologias, mostre benefícios como uma terceira dose para AstraZeneca ou Pfizer-BioNTech. Isso dá confiança e flexibilidade no desenvolvimento de programas de reforço aqui no Reino Unido e globalmente”, explicou.
Fonte: Revista Claúdia
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