07 de Maio de 2026

NOTÍCIAS
Economia - 07/08/2024

Dólar opera em baixa e cai a R$ 5,60, com melhora na aversão aos riscos do mercado; Ibovespa sobe

Compartilhar:
Foto: Reprodução/Pexels

No dia anterior, a moeda norte-americana caiu 1,48%, cotada a R$ 5,6561. O principal índice de ações da bolsa encerrou o dia em alta de 0,80%, aos 126.267 pontos.

O dólar abriu em baixa nesta quarta-feira, 7, em meio a uma agenda econômica esvaziada e com investidores repercutindo divulgações recentes, destacando-se a ata do Copom. No cenário externo, balanços corporativos positivos animaram os investidores, enquanto o Banco do Japão sinalizou que não pretende subir seus juros rapidamente, aliviando os mercados.

 

Às 10h40, o dólar caía 0,89%, cotado a R$ 5,6056, com mínima de R$ 5,5981. Na véspera, a moeda norte-americana registrou uma queda de 1,48%, cotada a R$ 5,6561. Com isso, acumulou uma queda de 0,93% na semana, um ganho de 0,04% no mês e uma alta de 16,56% no ano.

 

No mesmo horário, o Ibovespa subia 0,66%, aos 127.101 pontos. No dia anterior, o índice fechou em alta de 0,80%, aos 126.627 pontos, acumulando uma alta de 0,33% na semana, um recuo de 1,09% no mês e perdas de 5,90% no ano.

 

Veja também

 

Sem sufoco! Saiba como economizar no presente de Dia dos Pais

Cesta básica cai em 17 capitais, aponta Dieese

 

Foto: Reprodução/Pexels

 

Em um dia sem dados significativos nos Estados Unidos, os mercados globais se estabilizaram e reagiram a resultados corporativos positivos, como os da Disney, que reverteu um prejuízo de US$ 460 milhões do ano anterior, registrando um lucro de US$ 2,62 bilhões no terceiro trimestre fiscal e receitas de US$ 23,1 bilhões, uma alta de 3,4% em relação ao mesmo período de 2023.

 

No Brasil, a ata do Copom continua a repercutir, sinalizando que os juros podem subir novamente para controlar a inflação. Segundo o BC, os movimentos recentes de fatores que influenciam a inflação, como as expectativas inflacionárias e a taxa de câmbio, foram amplamente debatidos. A manutenção da taxa Selic em 10,50% ao ano reflete uma vigilância maior diante de um cenário desafiador. Expectativas de juros mais altos atraem mais investidores para o país, especialmente com a projeção de quedas nas taxas de juros dos EUA na próxima reunião do Federal Reserve (Fed).

 

O Fed manteve seus juros inalterados entre 5,25% e 5,50% ao ano na última semana, mas o mercado projeta o início dos cortes em setembro. Especialistas questionam se o Fed não demorou para iniciar os cortes, projetando apenas um corte para este ano, enquanto o mercado esperava 1,50 ponto percentual de corte. Dados do mercado de trabalho americano, que mostraram um desaquecimento, aumentam as preocupações sobre uma possível recessão nos EUA.

 

Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no FacebookTwitter e no Instagram
Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram.

 

Na segunda-feira, as bolsas globais caíram, com recuos de cerca de 3% nos EUA e 12,40% no Japão, onde a valorização do iene também impactou negativamente. A elevação das taxas de juros pelo Banco do Japão, a segunda em 17 anos, pegou os investidores de surpresa, reduzindo a vantagem do "carry trade" e levando à venda de aplicações ao redor do mundo para quitar dívidas no Japão. Nesta quarta, o vice-presidente do banco central japonês, Shinichi Uchida, acalmou os investidores ao comentar que as chances de um aumento dos juros no curto prazo são baixas, mantendo os níveis atuais de afrouxamento monetário.

 

Fonte: com informações da agência de notícias Reuters

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Nome:

Email:

Mensagem:

LEIA MAIS
Fique atualizada
Cadastre-se e receba as últimas notícias da Mulher Amazônica

Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.