03 de Maio de 2026

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Elas nos inspiram - 15/09/2025

Do Rio Ao São Paulo Open, Ela Colocou o Brasil no Mapa do Tênis Mundial

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Foto: Reprodução/Google

Marcia Casz, diretora da IMM, traz para São Paulo uma competição feminina de elite, com expectativa de público de 30 mil pessoas

Marcia Casz ajudou a colocar o Brasil no circuito do tênis mundial. Depois de consolidar o Rio Open, que vai para a sua 12ª edição, como o maior torneio de tênis na América do Sul e o único ATP 500 da região, enxergou uma nova oportunidade. “O sucesso do Rio Open alimentou nosso desejo de ter uma competição feminina de alto nível, reunindo grandes jogadoras”, conta a diretora da IMM Esportes e Entretenimento.

 

Assim nasceu o SP Open, torneio da categoria WTA 250, que acontece entre 6 e 14 de setembro no Parque Villa-Lobos e marca o retorno da capital paulista ao calendário oficial da Associação de Tênis Feminino após 25 anos. “O SP Open nasce em um cenário muito favorável para o tênis brasileiro, impulsionado por atletas nacionais e pelo crescente interesse do público no esporte.”

 

Em especial, ela destaca o bom momento do tênis feminino do Brasil: “Um dos melhores da sua história”. A executiva cita grandes nomes, como Bia Haddad Maia, a 27ª melhor do mundo, Luísa Stefani, que se destaca nas duplas, além de Laura Pigossi e Ingrid Martins. “Essa geração inspira uma nova safra de talentos como Nauhany Silva e Victoria Barros, que já despontam no juvenil e começam a trilhar o caminho para o profissional.” Por trás das quadras, faz questão de destacar também que a liderança da equipe que coloca o evento de pé é majoritariamente feminina.

 

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Ao longo dos nove dias, o torneio deve atrair 30 mil pessoas. A competição reúne 32 tenistas na chave principal e 16 duplas, em uma estrutura com seis quadras – três de jogo e três de treino –, arena principal para 2.500 pessoas (batizada de Maria Esther Bueno) e um boulevard de 8 mil m². “Um evento desse porte vai além do esporte, funcionando como um motor econômico e de visibilidade internacional para a cidade que o recebe.”

 

O Rio Open já é exemplo disso: em 2024, atraiu cerca de 70 mil pessoas, movimentou R$ 170 milhões na economia fluminense, gerou mais de 5 mil empregos diretos e indiretos e foi transmitido para 150 países. “É um divisor de águas para o tênis no Brasil e na América do Sul.”

 

Do início da carreira ao Rio e SP Open

 

 

Fotos: Reprodução/Google

 


Apaixonada por esse universo desde pequena, Marcia pratica algum esporte todos os dias. Sempre buscou oportunidades de se envolver nesse meio. “Fui atleta federada de vôlei até os 16 anos. Levei esse amor para a minha vida profissional também.” Formada em Engenharia de Sistemas pela UERJ, começou a carreira no departamento de tecnologia da Globosat, em 1994. Alguns anos depois, decidiu fundou a RMSports, que virou MaxSports, uma empresa especializada em eventos esportivos. “Ali, tive a oportunidade de criar e produzir competições marcantes, como o Rei e Rainha da Praia, os X Games no Brasil, o Vert Jam e até a Mega Rampa de skate.”

 

A empresa foi adquirida em 2011 e, mais tarde, se transformou na IMM. “Sempre tive como objetivo trazer para o Brasil eventos esportivos de referência internacional, e o Rio Open é um grande exemplo disso. A executiva levou toda essa bagagem para a empreitada de criar o Rio Open e, agora, também o SP Open.

 
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Depois de entregar uma primeira edição com experiência completa e quadra cheia, seu objetivo é criar em São Paulo uma plataforma anual que une esporte, cultura e marcas (nesta primeira edição, foram 30). Além de fortalecer projetos sociais, como o Bola Dentro, que promove inclusão por meio do tênis, com aulas gratuitas e capacitação profissional. “Queremos consolidar o SP Open como um evento tradicional e anual de referência, gerando cada vez mais oportunidades para o tênis feminino no Brasil.”

 

Fonte: com informações Forbes

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