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Saúde - 13/10/2021

Descubra 5 sintomas da fibromialgia, causas e diagnóstico

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Foto: Reprodução

Entenda por que a fibromialgia acontece e veja quais são alguns dos tratamentos indicados para essa condição crônica

Condições reumáticas afetam mais de 15 milhões de pessoas só no Brasil, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

 

Essa condição engloba mais de 100 patologias, e a fibromialgia está entre elas. Saiba mais detalhes sobre como essa condição se manifesta.

 

Entenda a fibromialgia

 

A fibromialgia é uma síndrome crônica reumática e sua principal característica são as dores generalizadas, que atingem o corpo todo, mesmo na ausência de lesões musculares ou nas articulações. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, estima-se que cerca de 2,5% das pessoas do mundo sofrem com o problema.

 

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O diagnóstico ainda pode ser um desafio, considerando que o principal sintoma é a dor musculoesquelética, que pode ser facilmente associada a outras condições similares. Além disso, vale dizer que só no fim da década de 1970 é que a fibromialgia foi reconhecida pela OMS como uma doença. É um distúrbio que recém integrou a medicina e ainda requer melhores estudos.

 

O diagnóstico da fibromialgia

 

Alguns dos principais pontos de dor da síndrome são as articulações das vértebras, ombros, punhos, bacia, joelhos e calcanhares. (Foto: Shutterstock/Lightspring)

Alguns dos principais pontos de dor da síndrome são as articulações

das vértebras, ombros, punhos, bacia, joelhos e calcanhares

 

Não há um exame específico para diagnosticar a fibromialgia, de forma que o diagnóstico da condição se pauta em análises clínicas, considerando o histórico do paciente e a observação médica do quadro. Também é comum que sejam realizados alguns exames físicos, de imagem e laboratoriais para descartar outras doenças que possam estar causando sintomas semelhantes.

 

Ainda assim, há quadros em que pacientes com outras condições reumáticas (como artrite reumatoide ou lúpus) desenvolvem a fibromialgia. Nesses casos, a análise clínica de, ao menos, 12 dos 18 pontos mais sensíveis do corpo do paciente (costas, cotovelos, mãos, ombros etc.) favorecem um diagnóstico mais preciso da síndrome.

 

5 sintomas da fibromialgia

 

As tensões emocionais são uma realidade de muitos pacientes, e costumam estar associadas tanto às dores físicas, quanto a outros problemas, como a privação do sono. (Foto: Shutterstock/Stock-Asso)

As tensões emocionais são uma realidade de muitos pacientes, e costumam estar

associadas tanto às dores físicas, quanto a outros problemas,

como a privação do sono.

 

O primeiro e principal sintoma da fibromialgia é a dor generalizada. É um incômodo que ocorre em ambos os lados do corpo (direito e esquerdo), bem como acima e abaixo da cintura. Sendo assim, atinge regiões diversas ao mesmo tempo, desde a cabeça até a ponta dos pés, passando por toda a extensão do corpo.

 

Para além desse, outros quatro sintomas da síndrome costumam surgir:

 

Fadiga: está associada às dificuldades que a pessoa com fibromialgia pode ter para dormir. Inclusive, há casos em que ocorrem distúrbios do sono (como a apneia do sono), o que dificulta um sono reparador e causa o cansaço.

 

Alterações cognitivas: muitos pacientes apresentam queixas como perda de memória, falta de concentração, dificuldade de raciocínio e podem apresentar até mesmo problemas com a fala.

 

Distúrbios psicológicos: em virtude do quadro físico, algumas pessoas desenvolvem transtornos como a depressão e ansiedade clínica.
Mudanças intestinais: ainda por conta das mudanças de funcionamento do corpo, podem ocorrer alterações do hábito intestinal (como prisão de ventre).

 

Lembrando que alguns desses sintomas podem aparecer mais a longo prazo e que a dor crônica costuma durar, ao menos, 3 meses seguidos para caracterizar a condição.

 

Possíveis tratamentos para a fibromialgia

 

Fotos: Reprodução

 

A fibromialgia não tem cura. Portanto, os tratamentos têm como finalidade preservar o bem-estar e a qualidade de vida do paciente através do controle dos sintomas. Com isso, visam aliviar complicações como a dor crônica, privação de sono e até reestabelecer o equilíbrio emocional, que pode ter sido afetado pela doença.

 

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Podem ser prescritas terapias medicamentosas, com o uso de analgésicos, relaxantes musculares e medicações específicas para distúrbios do sono ou transtornos psicológicos. Mas também há a possibilidade de atuar com tratamentos não-farmacológicos: atendimento psicoterápico, prática de exercícios de baixo impacto, acupuntura, adoção de um estilo de vida mais saudável, dentre outros cuidados.

 

Fonte: SummitSaúde

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