As joias, segundo a polícia, tinham certificado de joalheiras caras como Bulgari, Cristovam Joalheria, Vivara e Cartier. Fontes dizem que Antônio Gritzbach viajou a Maceió (AL) para cobrar uma dívida. Ele foi morto ao desembarcar em Cumbica. Nenhum item f
A execução a tiros de Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, ex-delator do PCC, no Aeroporto Internacional de São Paulo, chocou o país nesta sexta-feira, 08. Com uma bagagem repleta de joias e objetos valiosos, estimados em mais de R$ 1 milhão, Gritzbach foi alvejado na área de desembarque do Terminal 2, por volta das 16h, em plena luz do dia. Familiares afirmam que ele acabara de voltar de Maceió, onde fora cobrar uma dívida.
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O crime, cometido por dois homens que desceram de um carro preto, deixou o empresário com múltiplos ferimentos fatais; foram ao menos dez disparos, incluindo tiros no rosto, tórax e costas. No local onde o veículo dos executores foi abandonado, a poucos quilômetros do aeroporto, a polícia apreendeu um fuzil e uma pistola, mas ainda não há confirmação se foram as armas do ataque. A brutalidade do caso levanta novas perguntas sobre o papel de Gritzbach como colaborador da Justiça. Ex-integrante do Primeiro Comando da Capital, ele havia firmado um acordo de delação com o Ministério Público de São Paulo em março, prometendo expor operações financeiras e relações suspeitas.
Gritzbach foi enterrado neste domingo (10), em cerimônia restrita à família no Cemitério Parque Morumby. A Polícia Militar, que havia designado policiais para a segurança do empresário, investiga agora por que nenhum dos quatro agentes contratados estava com ele no momento do ataque. Dois desses policiais alegaram que um dos carros teve problemas mecânicos, enquanto o outro precisou desviar para deixar um dos ocupantes em um posto. Investigadores do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) consideram essa justificativa suspeita, levantando a hipótese de uma possível omissão intencional.
Com informações ainda em sigilo, a polícia segue à procura dos autores do ataque e busca identificar quem teria fornecido os objetos de valor que o empresário levava, incluindo joias certificadas por renomadas joalherias. O caso de Gritzbach expõe as ramificações profundas do crime organizado e deixa um rastro de mistério sobre os interesses que podem estar envolvidos em sua morte.
Fonte: com informações do g1
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